Arquivo mensal novembro 2020

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Integração entre Mac, iPhone e iPad é ponto forte do Apple Silicon

Migração para a arquitetura ARM facilitou aos desenvolvedores a otimização dos códigos de seus programas para todo o ecossistema da empresa.

A possibilidade de criar um fluxo de trabalho ininterrupto entre dispositivos mobile e desktops é um conceito muito atraente tanto para desenvolvedores quanto para usuários. Com a chegada do sistema operacional macOS Big Sur e a linha de processadores M1, a Apple passa a oferecer esta integração de forma avançada, otimizando seus aplicativos e também levando os apps de iPhone e iPad para o macOS.

A migração para a arquitetura ARM permite aos Macs executar aplicativos para iOS e iPadOS de forma nativa, facilitando aos desenvolvedores a otimização dos códigos de seus programas para todo o ecossistema da empresa.

OApple Silicon e seu chip M1 trazem melhorias para todos os aplicativos desenvolvidos pela empresa, nativos do MacOS ou não. Como exemplo, o Logic Pro, programa de edição de áudio, consegue rodar até três vezes mais instrumentos e plugins de efeito, enquanto o Final Cut Pro seria capaz de renderizar uma timeline complexa de edição de vídeo até seis vezes mais rápido.

Processador M1 trouxe várias novidades para o ecossistema Apple. Crédito: Apple/Divulgação

Processador M1 trouxe várias novidades para o ecossistema Apple. Crédito: Apple/Divulgação

Essa melhora no desempenho dos aplicativos foi possível também graças a uma tecnologia chamada Universal Apps, que combina em um único aplicativo uma versão binária nativa desenvolvida para o Apple Silicon e outra para processadores Intel, fazendo com que o programa possa ser rodado em todos os Macs. A Adobe é uma das empresas que vão lançar aplicativos com esta tecnologia, começando pelo editor Lightroom, em dezembro.

Os aplicativos que não utilizarem o recurso dos Universal Apps poderão usufruir da tecnologia Rosetta 2, que fará a “tradução” dos programas desenvolvidos para Macs com processadores Intel para o sistema Apple Silicon. Criada em 2006, quando os Macs mudaram de processadores da Motorola para modelos PowerPC, a aplicação emula camadas de compatibilidade com processadores anteriores desde então. A nova versão, Rosetta 2, é capaz de traduzir os aplicativos desde a instalação.

Arquitetura ARM ofereceu novas possibilidades aos Macs. Crédito: Apple/Divulgação

Arquitetura ARM ofereceu novas possibilidades aos Macs. Crédito: Apple/Divulgação

Com ares revolucionários, a transição não seria eficiente se não houvesse a aceitação dos desenvolvedores, e estes abraçaram a ideia, classificando a mudança para o chip M1 como “incrível” durante o Apple Event realizado no início de novembro.

Para István Csanády, CEO da Shapr3D, este momento era aguardado há muito tempo, enquanto Ash Hewson, da Affinity, explicou que a preparação de seus aplicativos para o Apple Silicon no Mac durou literalmente um dia. “Conseguimos as primeiras unidades de desenvolvedor assim que foram anunciadas. Não precisamos fazer nada para portá-los”, complementou Phil Libin, CEO da All Turtles e da mmhmm.

Fonte:OlharDigital

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iOS 15 deve deixar três modelos de iPhone de fora, diz rumor

O site The Verifier, bem referenciado nos vazamentos sobre a Apple, afirmou nesta segunda-feira (23) que o novo iOS 15 deve chegar apenas nos modelos a partir do iPhone 7.

Caso o rumor se confirme, a nova atualização do sistema operacional deixará de fora os modelos de iPhone 6s e também sua versão Plus, bem como o iPhone SE de primeira geração. Seu lançamento deve ocorrer apenas em junho do próximo ano, junto do iPhone 13.

Inicialmente, o iPhone 6s seria atualizado apenas até o iOS 13, lançado no último ano. Contudo, a Apple estendeu seu plano de atualização para o modelo por mais um ano, permitindo que ele fosse atualizado para o iOS 14 — dessa maneira, a decisão de deixar o modelo de fora das próximas atualizações se torna mais compreensível.

Gráfico mostrando suporte do iOS para dispositivos da Apple a partir do iPhone 6. (Fonte: Patently Apple, Statista / Reprodução)

Enquanto o iOS 15 não for oficialmente anunciado, o rumor serve como indicativo para os usuários que pensam em efetuar a troca para um aparelho mais recente da marca.

O novo sistema operacional da Apple deve chegar em uma versão de testes para desenvolvedores nos próximos meses, com lançamento esperado para a WWDC 2021, em junho do próximo ano.

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Como remover a última atualização problemática do Windows 10

Nova atualização do Windows 10 está causando diferentes problemas para os usuários. Confira como removê-la do sistema!

Microsoft atualiza constantemente o Windows 10 para adicionar novos recursos ao sistema e também para corrigir possíveis falhas de segurança. Por sua vez, nesta semana, de acordo com relatos no próprio fórum da empresa, a última atualização do Windows começou a causar diversos problemas que vão desde a “tela azul da morte” até aplicativos que deixaram de funcionar corretamente.

Apesar de ainda não ter dado um pronunciamento oficial sobre os problemas vistos no sistema, a boa notícia é que existe uma forma fácil de remover esta atualização do Windows 10 sem realizar procedimentos que possam comprometer ainda mais o seu computador. A seguir, veja como remover a última atualização problemática do Windows 10.

Importante

Apesar do procedimento abaixo ser a forma oficial de remover atualizações do sistema e não oferecer grandes riscos, o Olhar Digital recomenda que você faça um backup de seus arquivos para evitar perder arquivos que sejam importantes ou novos problemas.

Esta atualização do sistema está disponível para as versões 2004 e 20H2 do Windows 10.

Como remover a última atualização problemática do Windows 10

O processo para remover a última atualização problemática do Windows 10 é bem simples e é realizado diretamente nas configurações dele. Confira:

1. Caso o seu computador não esteja carregando o Windows 10 corretamente, inicie o sistema no modo de segurança;

2. Aperte junto as teclas “Win + I” para abrir a tela de “Configurações” do Windows 10;

3. Na janela aberta, entre em “Atualização e Segurança”;

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4. Agora, clique em “Exibir histórico de atualização”;

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5. Na nova página, na parte superior, clique em “Desinstalar atualizações”;

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6. Então, na lista de atualizações, clique em “Atualização de Segurança para Microsoft Windows (KB4586781);

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7. Com o item selecionado, clique em “Desinstalar”;

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8. Após o procedimento ter sido finalizado, reinicie o seu computador. Neste momento, por conta de ter desinstalado uma atualização, o Windows 10 pode demorar um pouco mais para iniciar pela primeira vez.

A partir deste momento, a atualização do Windows 10 já não está mais instalada e, ao menos os maiores problemas causados por ela não devem mais ocorrer. Caso não queira que esta atualização seja instalada novamente por engano ao menos por enquanto, você pode seguir este tutorial do Olhar Digital que ensina como desabilitar as atualizações do Windows 10.

Pronto! Agora, você já sabe como remover a última atualização problemática do Windows 10 que pode estar causando problemas em seu computador.

Fonte:OlharDigital

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Tudo sobre o PIX: entenda o sistema que vai transformar os pagamentos no Brasil

Após mais de um ano de preparação, finalmente a tecnologia está pronta; entenda os detalhes sobre seu funcionamento

Depois de mais de um ano de espera, o PIX é realidade. A partir desta segunda-feira (16), o novo meio de pagamento eletrônico está liberado para os brasileiros, com a promessa de mudar completamente a forma das movimentações financeiras no país.

Ao longo dos últimos meses, muito já se falou sobre o serviço e sua capacidade transformativa, mas talvez para muitos ainda não esteja muito claro como vai funcionar esse novo sistema.

O que é?

O PIX, na prática, chega para tornar obsoletos o DOC e o TED, as duas modalidades de transferências bancárias que já vigoram há décadas. Ele se baseia no Sistema de Pagamentos Brasileiros (SPB) para permitir a movimentação financeira instantânea, mesmo se ela acontecer de madrugada ou em fins de semana ou feriados. O PIX é feito para funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana.

No entanto, o sistema não se restringe a transferências interbancárias. Ele quer e tem o poder para substituir o dinheiro e os cartões na hora de realizar um pagamento por algum produto na padaria ao lado da sua casa, por exemplo.

O Banco Central defende que essa versatilidade será um passo importante para a digitalização da economia brasileira e promover a inclusão financeira, já que facilitará acesso a recursos que até então era limitados a pessoas bancarizadas.

Como funciona?

Como mencionado acima, o PIX funciona em duas frentes: transferências e pagamentos. Na primeira modalidade, o usuário que for receber o dinheiro só precisa compartilhar a sua chave com o pagador para que a quantia seja diretamente depositada em sua conta em questão de segundos. O usuário que recebe o valor recebe uma notificação que o alerta sobre a conclusão do negócio.

Quando se trata de pagamentos, o PIX não será diferente de tantos outros aplicativos dedicados a essa função. O app do seu banco permitirá a geração ou leitura de um QR Code, que automaticamente identifica os dados para viabilizar a movimentação. Após a transferência, o recebedor recebe uma notificação da conclusão do pagamento.

O que são as chaves?

As chaves são uma parte importante da experiência do PIX, mas para muitos não ficou muito claro para que elas servem. Essas chaves funcionam, na prática, como uma identidade do usuário dentro do sistema.

Elas visam facilitar a troca das informações necessárias para viabilizar uma transferência bancária. Atualmente, para realizar um DOC ou TED, é necessário informar dados como o código do seu banco, a agência bancária e o número da conta.

Com o PIX, todos esses dados ficam vinculados a uma chave fácil de lembrar e compartilhável. Pode ser, por exemplo, o seu número de CPF, do qual normalmente os brasileiros se lembram como se estivesse tatuado na palma da mão.

O Banco Central também permite que outras informações sejam usadas como chaves do PIX: o seu número de celular, um endereço de e-mail ou uma chave aleatória. Cada chave pode ser vinculada a apenas uma conta bancária, mas uma mesma conta bancária pode ser ligada a múltiplas chaves. Ou seja: você não pode vincular seu CPF a duas contas para usar o PIX, mas uma mesma conta pode estar ligada ao seu CPF e seu telefone, por exemplo.

A opção da chave aleatória pode deixar algumas pessoas confusas, mas ela é uma forma de utilizar o PIX sem precisar informar dados pessoais sensíveis para um desconhecido. No entanto, ela é feita para ser difícil de memorizar. O próprio Banco Central gera um código de 32 caracteres, formado por letras e números, e a recomendação da instituição é que ela seja informada por meio de mensagens de texto, já que pode ser copiada e colada.

A criação dessas chaves não é ilimitada. Cada pessoa física tem direito a criar cinco chaves para suas contas, enquanto empresas podem ter até 20 chaves ligadas ao seu CNPJ.

As chaves também não são obrigatórias. É possível usar o PIX fornecendo as tradicionais informações bancárias que são utilizadas hoje para viabilizar um DOC ou um TED. Elas têm apenas um papel de conveniência para o uso do serviço, mas é possível usá-los sem depender disso.

As chaves estão presas a um banco?

Sim e não. Como dito acima, cada uma das suas chaves só pode ser vinculada a uma conta bancária, então você não pode repeti-las em instituições diferentes. No entanto, isso não significa que elas estão presas para sempre.

O PIX é feito para permitir a portabilidade entre as chaves. Por regra, as instituições não têm nenhum poder para impedir essa transferência. Também é possível excluir a chave de um banco e cadastrá-lo em outro.

Para realizar a portabilidade, será necessário acessar o canal da instituição para onde você pretende migrar sua chave e requerer a portabilidade. Na sequência, será necessário acessar o canal da outra empresa para confirmar a transferência dentro de um prazo de 7 dias. Se após este período a portabilidade não for confirmada, a solicitação será cancelada.

Quem já está participando?

Basicamente qualquer instituição que trabalhe com dinheiro, desde os bancos tradicionais como Itaú e Bradesco, passando pelas instituições novas que se vendem como “fintechs”, como Nubank, C6 e Inter e até mesmo aplicativos de pagamento como PicPay, RecargaPay e MercadoPago.

O Banco Central informa que, quando o Pix estrear, 762 instituições já estarão habilitadas para utilizar a nova forma de movimentação financeira. O processo de registro prévio foi encerrado em 16 de outubro e novas empresas só voltarão a poder se registrar a partir de 1º de dezembro, quando os cadastros serão reabertos permanentemente.

O PIX é tarifado?

Para o usuário comum, a maioria das movimentações com o PIX deve ser gratuita como regra. O Banco Central determina que, para as pessoas físicas e microemprededores individuais (MEIs), o envio e recebimento de recursos pela plataforma será grátis ao:

  • Fazer um PIX (envio de recursos, com finalidade de transferência e de compra); e
  • Receber um PIX (recebimento de recursos, com a finalidade de transferência).

No entanto, existem exceções. Uma pessoa física pode ter que pagar:

  • Ao fazer um PIX, quanto utilizado canal de atendimento presencial ou pessoal da instituição, inclusive por telefone, quanto estiverem disponíveis meios eletrônicos;
  • Ao receber um PIX, no caso de finalidade de compra, a exemplo de vendedores pessoas físicas que recebem PIX em contrapartida à venda do produto ou serviço.

O Banco Central nota descreve que será considerado uso comercial do PIX quando a pessoa física ou MEI receber recursos por QR Code dinâmico, ou se receber mais de 30 transações em um mês. Neste último caso, as transações podem ser tarifadas a partir da 31ª operação.

Para pessoas jurídicas, no entanto, o PIX pode ser tarifado. As instituições financeiras terão liberdade de cobrar tarifas pela movimentação financeira, mas ficará a critério de cada banco definir se terão tarifas ou não. Os valores também serão definidos pelas instituições.

Quais são os limites do PIX?

O PIX é feito para não ter qualquer limite de valores, o que significa que a ferramenta permite a movimentação de qualquer quantia a partir de R$ 0,01. Em teoria, também não deve haver um valor máximo para transferências. “Em teoria”, porque o BC aponta que as instituições financeiras podem impor algumas restrições para “mitigar riscos de fraude, lavagem de dinheiro e financiamento de atividades terroristas”.

Por isso, bancos terão a liberdade de estabelecer limites de valor para o PIX, restringindo os valores por transação, por dia e por mês para o usuário pagador. Ficará por conta das instituições definir quais são esses limites.

Como funcionarão os QR Codes?

Haverá duas modalidades de pagamento por QR Codes com o PIX. A modalidade dinâmica permite que o código se altere todas as vezes em que houver uma transação, então o recebedor precisa obrigatoriamente definir qual o valor que pretende receber antes de gerar a imagem. O pagador escaneia a cifra e confirma a transferência do valor. Após a conclusão, o código deixa de valer e será necessário gerar um novo para outro pagamento.

Também há a modalidade estática. Com esta opção, um estabelecimento pode gerar um código permanente para suas movimentações. Neste caso, há duas alternativas: vincular um valor permanente ao código quando ele for gerado, ou deixar o valor em aberto. Na segunda alternativa, o cliente precisará incluir o valor a ser pago na hora de confirmar o PIX após escanear a imagem.

Do que é preciso?

Por enquanto, o Banco Central deixa claro que não há como fazer um PIX sem internet. O recurso foi feito para ser usado online em um primeiro momento, mas existe o plano de viabilizar uma modalidade offline a partir de 2021.

Apesar da necessidade de internet, o BC aponta que é possível usar o serviço sem ter um smartphone, apesar de a instituição acreditar que o aparelho será o principal canal de uso. Também será possível utilizar canais de acesso como internet banking e presencialmente nas agências, nos caixas eletrônicos ou nos correspondentes bancários, como lotéricas, por exemplo.

Além disso, tecnicamente não é obrigatório uma conta em um banco para fazer uso da tecnologia, já que múltiplas instituições que não se enquadram nesta categoria também podem se valer do PIX.

Por que os bancos querem tanto minhas chaves?

Não é difícil entender por que várias instituições começaram a oferecer vantagens para quem fizesse o registro das chaves do PIX. Como já discutiu o Olhar Digital nesta matéria, o PIX iguala o terreno entre bancos e fintechs, e há outras mudanças a caminho do sistema bancário brasileiro, como o open-banking, que podem tornar a disputa ainda mais acirrada.

Assim, ter as chaves do PIX de um cliente é uma forma de fidelizá-lo e mantê-lo em sua base, para que continue sendo rentável. Para isso, empresas não pouparam esforços: sortearam prêmios milionários e ofereceram vários benefícios para quem se cadastrou durante a fase de pré-registro.

Fonte:OlharDigital


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Mamata acabou? Conheça seis alternativas ao Google Fotos

Com o fim do armazenamento ilimitado das fotos, outros aplicativos ou serviços podem, agora, ser uma opção mais interessante

Google Fotos é um aplicativo para armazenar fotos e vídeos na nuvem de uma maneira prática, sendo que ele vem até mesmo pré-instalado nos celulares com o Android. Por sua vez, quem usa o serviço recebeu uma notícia desagradável nesta semana anunciando o fim do “armazenamento ilimitado” das fotos, que mesmo ao diminuir a qualidade original dos arquivos era um de seus diferenciais.

Felizmente, é claro, existem outras alternativas para você usar no lugar do Google Fotos, que nem sempre tem o “armazenamento ilimitado” ou tanto espaço, mas que podem ter planos melhores e outras vantagens dependendo de sua necessidade. Assim, o Olhar Digital separou as 6 melhores opções para você usar no lugar do Google Fotos. Confira!

Amazon Photos – Android/iOS

A Amazon desde que chegou oficialmente ao Brasil tem feito bastante sucesso, principalmente por conta do “Amazon Prime” que oferece muitas vantagens para seus assinantes. Já o Amazon Photos é justamente um serviço da empresa para armazenar fotos e vídeos tirados com o celular na nuvem.

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Quem é um assinante do “Amazon Prime” tem espaço ilimitado para salvar as fotos na nuvem e 5 GB para os vídeos. Já quem não tem a “assinatura Prime” ainda tem 5 GB de espaço gratuito na nuvem para fotos e vídeos.

Dubox Cloud Storage – Android/iOS

Uma opção um pouco menos conhecida de nossa lista é o Dubox Cloud, que oferece até 1 TB gratuito de espaço para seus usuários. De forma geral, ele funciona como um serviço de armazenamento comum na nuvem para arquivos, mas também é capaz de encontrar de forma automática os seus vídeos e fotos para armazenar na internet.

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O Olhar Digital realizou alguns testes com a ferramenta e ela funcionou bem, mas a sua velocidade de upload deixou um pouco a desejar.

Flickr – Android/iOS

Uma opção bastante tradicional e com o foco em manter fotos sem perder qualidade na nuvem é o Flickr. Apesar de não especificar o “quanto de espaço” seus usuários tem, o plano gratuito do serviço permite armazenar até 1.000 arquivos entre fotos e vídeos.

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Mega – Android/iOS

Já outro serviço bastante popular e que também pode ser usado para manter as suas fotos e vídeos automaticamente na nuvem é o Mega. Apesar de não trazer grandes funções para organizar os seus álbuns, o serviço oferece em torno de 50 GB de espaço, um espaço que pode ser considerado até mesmo generoso de forma gratuita.

OneDrive – Android/iOS

Mais um serviço bem interessante para manter as suas fotos e vídeos com qualidade na nuvem fica por conta do OneDrive da Microsoft. A sua organização, de forma geral, acaba sendo bem eficaz e você consegue gerenciar nele até mesmo documentos do Office.

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A parte negativa dele é que o seu plano gratuito dá apenas 5 GB de espaço. Entretanto, o serviço traz diversas opções de plano e um espaço generoso para quem assina o Office 365.

Autosync e Piktures – Android

A última opção de nossa lista, na verdade, se trata de uma dica para ser realizada com dois apps em conjunto. Hoje em dia está cada vez mais comum as pessoas utilizarem diversos serviços na nuvem, que podem atender diferentes necessidades por conta de seus planos ou funções específicas.

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Assim, o “Autosync” é um aplicativo que  pode ser usado para enviar arquivos diretamente para diferentes serviços na nuvem de forma automática. Enquanto isso, com um visual bem prático, o “Piktures” é capaz de mostrar de forma organizada as suas fotos e vídeos armazenados de diferentes serviços na nuvem em apenas um local. Para usar estes dois aplicativos e todas suas funções, vale notar, é necessário adquirir a licença deles.

fonte: olhar digital

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Google Fotos perderá armazenamento ilimitado gratuito em 2021

A Google anunciou que encerrará o backup ilimitado de fotos e vídeos do aplicativo Google Fotos. A mudança será aplicada em 1° de junho de 2021 e, a partir da data, todo conteúdo salvo em nuvem pelo app será contabilizado nos 15 GB de armazenamento gratuito que acompanham os serviços da empresa.

Atualmente, o Google Fotos permite que os usuários de smartphones façam backup de todas fotos e vídeos sem se preocupar com armazenamento. Segundo a empresa, a mudança não vai afetar arquivos já salvos no serviço, apenas novos uploads realizados a partir de junho de 2021.

“Para facilitar a transição, isentaremos todas as fotos e vídeos de alta qualidade dos quais você faz backup antes de 1º de junho”, explica a companhia. “Isso inclui todas as fotos e vídeos de alta qualidade que você armazena atualmente com o Google Fotos.”

Alto volume de uso

Segundo a empresa, a limitação serve para garantir uma “melhor experiência” para todos os usuários dos serviços em nuvem da Google, já que a demanda por armazenamento é alta. A companhia estima que mais de 4,3 milhões de GB de arquivos são adicionados diariamente nas plataformas da companhia, incluindo Gmail, Drive e Fotos.

A Google disse que a limitação permitirá que a empresa “continue investindo nesses produtos” durante os próximos anos. A gigante da web também ressaltou que usuários de smartphones Pixel não serão afetados, já que possuem armazenamento ilimitado na nuvem vinculado ao celular.

A empresa também ressaltou que vai mudar suas políticas para contas inativas. Caso o usuário não utilize um serviço por mais de dois anos, a Google pode começar a deletar arquivos guardados em nuvem. Se o limite de armazenamento de 15 GB for rompido por mais de 24 meses, a empresa também pode passar a borracha em alguns arquivos.

“Iremos notificá-lo várias vezes antes de tentarmos remover qualquer conteúdo para que você tenha amplas oportunidades de agir”, disse a Google.

Como aumentar o armazenamento

Apesar de os 15 GB gratuitos serem compartilhados pelos serviços da empresa, a Google está otimista com a mudança. A companhia estima que a grande maioria dos usuários pode demorar “muitos anos” para preencher a cota gratuita para arquivos em nuvem, mesmo com a adição do Fotos nessa conta.

Fonte:TecMundo

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Como usar o ‘botão de compras’ do WhatsApp

Nova função do WhatsApp ajuda você a negociar e falar sobre um produto com a loja desejada. Confira como usá-la!

WhatsApp Business é um aplicativo que ficou muito popular para quem tem um comércio devido a ter recursos bem úteis para os empresários entrarem em contato com seus clientes de uma forma fácil. Já uma função interessante no mensageiro é a de “catálogo de produtos“, que agora ganhou mais um tipo de aliado.

Nesta semana, o WhatsApp ganhou um “botão de compras“, que faz com que clientes saibam que estão falando com uma empresa e tenham acesso aos seus produtos de forma mais fácil. A seguir, veja como usar o botão de compras do WhatsApp.

Importante

Diferente de muitos outros recursos recém lançados pelo WhatsApp, não é necessário usar a versão Beta do aplicativo para ter acesso ao botão de compras.

Como usar o botão de compras do WhatsApp

O processo para usar o “botão de compras” no WhatsApp é bem simples, sendo que as “lojas” só precisam ter um “catálogo de produtos” para que ele funcione corretamente com seus clientes. Veja:

1. Acesse a Google Play ou a App Store e atualize o WhatsApp para a última versão disponível;

2. Caso tenha algum processo aberto do WhatsApp no celular, feche-o;

3. Abra o WhatsApp normalmente e entre na tela de conversa com a empresa desejada;

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4. Ao lado de seu nome, clique no ícone representado por uma “loja” e escolha um produto de seu catálogo;

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5. Então, toque em “Conversar com a empresa” e, de volta a tela de conversa, você vberá que o produto selecionado já estará sendo “mencionado”.

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Além de poder usar o botão de compras do WhatsApp pelo celular, esta mesma função também está disponível no WhatsApp Web. Então, assim como foi feito no aplicativo, basta clicar no botão da “loja” e escolher um produto de seu catálogo para começar a falar e negociar.

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Pronto! Agora, você já sabe como usar o botão de compra do WhatsApp, que deve facilitar a vida de muita gente na hora de negociar e comprar o produto ou usar o serviço de uma loja.

fonte: olhar digital

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Primeiros caixas eletrônicos de criptomoedas chegam ao Brasil

A empresa estadunidense Coin Cloud instalou no Brasil os primeiros caixas eletrônicos voltados para criptomoedas. Presentes em locais de São Paulo e Rio de Janeiro, as máquinas permitem realizar transações com 29 tipos diferentes de criptoativos como BitcoinEthereum e outras.

Assim como um caixa eletrônico comum, o usuário só precisa de seguir uma série de instruções na tela da máquina para realizar transações rápidas. Segundo a empresa responsável pelo serviço, o sistema chega ao país com toda a interface em português.

As máquinas da Coin Cloud parecem caixas eletrônicos comuns, mas são voltadas para transações com criptomoedas

As máquinas da Coin Cloud parecem caixas eletrônicos comuns, mas são voltadas para transações com criptomoedasFonte:  Coin Cloud 

As compras e vendas são feitas após a realização de uma verificação em duas etapas com o celular. Em seguida, o usuário só precisa escolher o criptoativo que será negociado e inserir o dinheiro.

Após a operação, o dinheiro depositado é transferido instantaneamente para a carteira digital do consumidor. No lançamento, os usuários terão a opção de realizar compras a partir de R$ 10 e vendas de pelo menos R$ 50.

Expansão para o Brasil

Dos 10 caixas eletrônicos que a Coin Cloud instalou no país, uma máquinas está na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, enquanto os outros nove aparelhos podem ser utilizados em São Paulo, nos bairros Pinheiros, Jardins, Itaim Bibi, Brooklin e Vila Andrade, além de Alphaville e Sorocaba.

O Brasil é o primeiro país do mundo a receber os serviços da Coin Cloud fora dos Estados Unidos, e a empresa promete que mais caixas devem ser instalados futuramente. A companhia oferece seus serviços na América do Norte desde 2014 e já possui mais de mil máquinas instaladas.

Segundo Chris McAlary, CEO da Coin Cloud, o país foi escolhido para dar início à expansão da empresa por causa do interesse crescente dos brasileiros por criptoativos. “Uma pesquisa recente, publicada pela Forbes, coloca o país em segundo lugar em porcentagem de pessoas que possuem criptomoedas, atrás apenas da Turquia”, explica o executivo.

Recentemente, o governo brasileiro também mostrou interesse no setor e confirmou que uma criptomoeda oficial do Brasil está em desenvolvimento.

fonte: tecmundo

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Brecha de segurança no Windows permite que hackers controlem PCs

Uma nova falha de segurança crítica foi encontrada em todas as versões ativadas do Windows, desde a 7 até a 10. A vulnerabilidade, relacionada a um problema de criptografia no kernel do sistema operacional, permite que terceiros invadam PCs e os controlem como quiserem, de acordo com a equipe de segurança do Project Zero, encabeçado pela Google – que havia dado um prazo de sete dias para publicar novos detalhes.

Segundo a Microsoft, o alerta deve ser observado com cautela, já que, afirma, não há evidências de que a questão tenha sido explorada, declarando, também, que quaisquer ameaças são limitadas. A empresa ainda complementa que a brecha, chamada de CVE-2020-17087, depende de outra para representar perigo, a CVE-2020-15999, já corrigida em patches anteriores.

Portanto, aqueles que mantêm seus SOs devidamente atualizados, aparentemente, não precisam se preocupar.

Expectativas e ações

A companhia fundada por Bill Gates não cumpriu o limite estabelecido pelo Project Zero, mas espera-se que o próximo pacote, programado para 10 de novembro, traga a solução. “Desenvolver uma atualização de segurança é um equilíbrio entre pontualidade e qualidade”, disse um representante à Forbes.

Ainda que qualquer risco imediato deva ser tratado com urgência, é preciso levar em conta as ressalvas indicadas pela Microsoft. De qualquer modo, a princípio, se tudo estiver em sua última versão, não é preciso entrar em pânico.

Fonte:TecMundo