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Beta do WhatsApp no iOS permite controlar melhor o uso da memória

Recurso já está presente na versão Android há quase um mês, mas só agora está chegando ao sistema operacional da Apple.

Usuários do WhatsApp no iOS vão receber em breve um recurso já existente na versão Android, o qual mostra um relatório detalhado de como as conversas no app estão usando a memória interna de seu smartphone. Além disso, uma nova tela traz mais indícios de que, em breve, o WhatsApp terá suporte a múltiplos dispositivos, um dos recursos mais pedidos entre os usuários.

O relatório de armazenamento fica em Settings /Storage and Data/Manage Storage. Lá o usuário verá uma nova interface, com três seções. A primeira tem uma barra, indicando quanto de espaço em seu aparelho os dados (conversas, áudio, vídeo, imagens, etc) do WhatsApp estão ocupando, em relação ao uso total da memória interna.

Na segunda seção, o usuário pode ver quais arquivos foram compartilhados, para excluir mídia desnecessária e liberar espaço. Isso inclui arquivos encaminhados e arquivos grandes.

Na última seção, há uma lista das conversas, com a possibilidade de buscar por alguma específica. Este novo relatório só está chegando agora ao iOS, mas existe no Android desde a versão 2.20.201.9, lançada no fim de setembro.

Outra novidade é uma tela para “usar o WhatsApp em outros dispositivos”, indicando que o tão aguardado suporte a múltiplos aparelhos está próximo. Um botão chamado “Link a device” permite conectar um dispositivo a uma conta, e será possível usar até quatro aparelhos em uma conta. No momento, entretanto, este recurso está inativo.

Finalmente, silêncio

Um outro recurso há muito aguardado chegou a todos os usuários do WhatsApp nesta última semana: a capacidade de silenciar permanentemente uma conversa. Antes só era possível fazer isso por oito horas, uma semana ou um ano. Agora, a opção de um ano foi substituída por “para sempre”.

Pode parecer uma opção radical, mas é útil para quem não quer acompanhar em tempo real todas as mensagens de um grupo de alto tráfego, ou aqueles grupos de família dos quais não dá para sair.

Fonte:OlharDigital

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iOS 14 continua trocando apps padrão do sistema mesmo após atualização

Empresa liberou correção especificamente para solucionar problema, mas ele continua acontecendo quando a troca é feita pela App Store.

iOS 14 é o mais aberto da história da Apple, e a empresa segue mostrando que essa não é sua especialidade. Com o lançamento do iOS 14.1, o sistema operacional continua trocando o app padrão para email e navegador automaticamente após o usuário definir outras opções que não o Mail e o Safari.

Quando a Apple liberou o iOS 14, um bug fez com que, sempre que o celular reiniciasse, o sistema restaurasse os apps para os da própria companhia. Após algumas queixas, uma atualização foi rapidamente produzida e liberada, corrigindo o problema, mas não totalmente.

Mesmo com o iOS 14.1, o sistema ainda não consegue manter as definições do usuário quando o ajuste é feito por meio da App Store. O processo pode ser visto abaixo, como exposto pelo desenvolvedor exposto pelo desenvolvedor David Clarke no Twitter e divulgado pelo site The Verge.

Até o momento, a Apple não se manifestou sobre o problema, mas é bastante provável que a correção seja incluída em uma atualização menor que venha a ser lançada nas próximas semanas, sem precisar esperar pelo iOS 14.2. Para isso, no entanto, é necessário reconhecer o bug e se dispor a corrigi-lo.

O iOS 14 foge bastante do que a Apple está acostumada a fazer para o iPhone. Além de permitir a troca dos aplicativos padrão do sistema, o software também trouxe uma capacidade mais profunda de personalização, com a possibilidade de definir widgets e de remover ícones da tela principal, ao estilo do Android, oferecendo novas formas de organização.

Fonte:OlharDigital

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Vazamento detalha modelos, configuração e preços dos iPhone 12

Serão 4 modelos de iPhone, com preços variando de US$ 699 a US$ 1.099; De acordo com o rumor, dois modelos estarão nas lojas já nas próximas semanas.

Informações publicadas na rede social chinesa Weibo por um usuário chamado Kang nos dão uma boa idéia do que esperar da Apple no evento programado para a próxima terça-feira: quatro modelos de iPhones, além de alguns acessórios.

De acordo com Kang, que tem um histórico de precisão de 98,7% em suas informações, segundo o site AppleTrack, os quatro smartphones serão o iPhone 12 Mini, iPhone 12, iPhone 12 Pro e iPhone 12 Pro Max.

Todos eles terão suporte a redes 5G, inclusive a redes mmWave nos modelos vendidos nos EUA, e tela OLED Super Retina XDR que antes era usada apenas nos modelos Pro. Também usarão cerâmica na composição do vidro, para torná-lo mais resistente a quedas, e serão capazes de gravar vídeo no padrão Dolby Vision HDR.

iPhones para todos os gostos

O iPhone 12 mini será o modelo de entrada, com preço sugerido de R$ 699 e tela de 5,4 polegadas. É o iPhone para quem gosta de telas “pequenas”. Estará disponível em preto, branco, vermelho, azu e verde, em versões com 64 a 256 GB de armazenamento interno e duas câmeras na traseira, uma grande angular e uma ultrawide. Será o último modelo nas lojas, entrando em pré-venda em 6 ou 7 de novembro, e com data de lançamento estimada para 13 ou 14 de novembro.

O segundo modelo é o iPhone 12, custando a partir de R$ 799. Estará disponível nas cores preta, branca, vermelha, azul e verde, também em versões com 64 a 256 GB de memória interna. Terá as mesmas câmeras do mini, e estará disponível para pré-venda em 16 ou 17 de outubro, com data de lançamento estimada em 23 ou 24 de outubro.

O iPhone 12 Pro vai custar US$ 999 e estará disponível nas cores ouro, prata, grafite e azul, com armazenamento interno variando de 128 GB a 512 GB. Além das câmeras grande-angular e ultrawide, ele terá também uma câmera telefoto com zoom óptico de 4x e sensor Lidar (radar laser) para realidade aumentada. Também estará disponível para pré-venda em 16 ou 17 de outubro, com data de lançamento estimada em 23 ou 24 de outubro.

Por fim temos o iPhone 12 Pro Max, custando a partir de US$ 1.099. Assim como no 12 Pro ele estará disponível nas cores ouro, prata, grafite e azul, com armazenamento interno variando de 128 GB a 512 GB. O conjunto de câmeras e sensores (incluindo Lidar) é o mesmo do 12 Pro, mas o zoom óptico da câmera telefoto será de 5x. A pré-venda começa em 13 ou 14 de novembro, com lançamento em 20 ou 21 de novembro.

Novos acessórios

Segundo Kang, nenhum dos modelos virá acompanhado de carregador ou fones de ouvido. A Apple também está preparando alguns acessórios, como um novo carregador wireless chamado “MagSafe”, nome que a Apple já usou anteriormente para o conector de força dos MacBooks, que se prediam magneticamente ao computador.

Por fim, teremos um novo alto-falante inteligente, o HomePod Mini, com preço sugerido de 99 e baseado no mesmo processador S5 usado no Apple Watch de 5ª geração e no Apple Watch SE. O alto-falante terá 8,4 cm de altura e preço sugerido de US$ 99.

O evento da Apple terá o tema “Hi, Speed“, algo que pode ser traduzido como “Olá, velocidade” mas também é uma brincadeira com “High Speed”, ou alta velocidade, uma possível referência ao suporte a 5G nos smartphones.

A transmissão via Internet acontecerá a partir das 14h desta terça-feira (13), horário de Brasília, no site da Apple.

Fonte:Olhar Digital

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WhatsApp: atualização vai permitir liberar espaço no celular

O site WABetaInfo, especializado em publicar recursos que ainda vão estrear na versão final do WhatsApp, postou sobre um recurso que vai ajudar os usuários do aplicativo a economizar espaço na memória do smartphone, sem que seja necessário excluir arquivos importantes.

Atualmente, as opções para manejar o uso do armazenamento do dispositivo, disponíveis no app, são bastante limitadas. Você pode impedir o download imediato de imagens e vídeos, visualizar o quanto de espaço está sendo ocupado, além de excluir conversas inteiras, incluindo todos os arquivos que foram trocados entre você e o contato (ou em um grupo).

No entanto, essas opções impedem que o usuário libere espaço na memória do smartphone, e continue mantendo arquivos leves, que ele gostaria de guardar.

Novo menu de configurações

O novo recurso para gerenciar o uso da memória do smartphone conta com um menu de configurações renovado, que vai permitir ao usuário encontrar facilmente os maiores arquivos trocados em um determinado chat, que, geralmente, são vídeos logos.

Dessa forma, será possível excluir grandes arquivos, liberando mais espaço no celular, ao mesmo tempo em que imagens e documentos importantes são mantidos. O usuário será capaz de listar arquivos organizando-os pelo tamanho e pela data.

O recurso já está disponível para os usuários cadastrados no programa WhatsApp Beta para iOS e Android. No entanto, o programa não está aceitando novos usuários neste momento, por falta de vagas.

Fonte: TecMundo

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iOS 14: o que são as luzes laranja e verde na barra de status do iPhone?

Entre as diversas novidades presentes no iOS 14, muitas pessoas estão se perguntando para que servem as luzes verde e laranja que aparecem na parte superior da tela do iPhone.  A ideia da Apple consiste em mostrar ao usuário quando a câmera e o microfone estão funcionando.

Luz laranja

Quando o ponto laranja aparecer (canto superior direito), significa que o seu iPhone está com a função microfone ativada. Desta forma, será possível saber que algum aplicativo está usando o mic do seu aparelho. Nas versões anteriores, só era possível saber que o dispositivo gravava quando o aplicativo aparecesse em segundo plano.

Luz verde

Quando a luz verde aparecer, significa que o seu aparelho acionou a função câmera ou a câmera e o microfone do iPhone – seja para tirar uma foto, ou para gravar um vídeo. Vale ressaltar que quando esta opção estiver em funcionamento, a luz laranja não aparecerá. 

Com as presenças das luzes laranja e verde, o usuário terá controle do que acontece com o celular e a certeza de qual aplicativo utiliza o microfone e a câmera sem o seu consentimento.

Entre as outras novidades presentes na atualização, o IOS 14 traz uma melhora na tela de aplicativos e iMessage, a inclusão da funcionalidade Picture in Picture e um Aplicativo de tradução de idiomas.

Fonte:TecMundo

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Clonagem de WhatsApp atinge 12 mil brasileiros por dia

Um levantamento feito pelo dfndr lab, laboratório de segurança da PSafe, revelou que aproximadamente 12 mil brasileiros são afetados por dia pelo golpe de clonagem do WhatsApp. A média foi registrada após os especialistas mapearem 337,3 mil casos durante agosto deste ano.

Segundo o relatório da divisão da PSafe, os casos de clonagem de WhatsApp cresceram 90% em relação ao mês de janeiro de 2020. Vale lembrar que esse golpe não é novidade e já vem sendo aplicado desde o ano passado.

O local mais afetado pelos golpes é o estado de São Paulo, lar de 68,5 mil usuários do WhatsApp que sofreram com clonagem do app. O Rio de Janeiro aparece em segundo lugar com 41 mil vítimas, enquanto Minas Gerais sofreu com 28,2 mil fraudes do tipo em agosto.

Como o golpe funciona

O golpe de clonagem do WhatsApp se aproveita da ingenuidade do usuário para conseguir acesso ao aplicativo e informações da vítima. Os golpistas ligam ou enviam mensagens para o usuário com uma história falsa, visando conseguir o código de verificação do aplicativo.

Os criminosos utilizam diversas iscas para fisgar a atenção dos usuários, mas a pandemia tem se tornado um tema cada vez mais comum na aplicação da fraude. “Os golpistas se aproveitam de temas em alta na mídia, como o próprio coronavírus, para criar estratégias e enganar as vítimas”, explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab. 

Outra forma utilizada pelos criminosos para conseguir credenciais é oferecer serviços gratuitos para a vítima. “Os golpistas criam perfis fakes nas redes sociais se passando por estabelecimentos comerciais como lojas, hotéis e restaurantes, convidando para participar de uma suposta promoção ou alegando que ele teria sido contemplado em um sorteio.”

Quando conseguem o acesso ao WhatsApp do usuário, os criminosos se passam pela vítima e pedem dinheiro para os contatos listados nas mensagens recentes. Segundo a PSafe, o golpe também pode ser perigoso para empresas, já que muitos funcionários se comunicam pelo WhatsApp e trocam informações sobre negócios dentro do app.

A principal dica para se proteger da clonagem do WhatsApp é ficar sempre atento para ofertas muito tentadoras, além de evitar o compartilhamento de informações como o código PIN do WhatsApp. Manter a autenticação em duas etapas ativada também garante uma dose de segurança extra durante o uso do app.

Fonte:TecMundo

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Veja como aumentar a privacidade e segurança de seu WhatsApp

Em 2016, o WhatsApp ativou a criptografia de ponta a ponta por padrão para todos os usuários – mais de um bilhão de pessoas. Com isso, o app tornou-se o maior mensageiro criptografado do mundo. Desde então, seu número de usuários já superou os dois bilhões.

Essa mudança radical significa que ninguém no Facebook, dona do WhatsApp, pode ler ou extrair dados das mensagens que você envia. Apenas os dispositivos na conversa são capazes de fazer isso, atuando como pontos finais na configuração de criptografia. Para decodificá-la, ambos os dispositivos devem verificar e trocar códigos de segurança conforme as mensagens são transferidas.

A criptografia usada no app foi originalmente desenvolvida pela Open Whisper Systems, o grupo por trás de um rival do WhatsApp, o Signal. Por mais que as mensagens no WhatsApp sejam criptografadas – e isso inclui chamadas, fotos e vídeos -, ele não é tão privado quanto poderia ser. Na verdade, o Signal é até mais recomendável para quem deseja o máximo de segurança e privacidade possível.

No entanto, a popularidade do WhatsApp é inquestionável, então pode ser difícil convencer seus amigos e familiares a usar um novo app. Então, já que isso pode demorar a acontecer, aqui vão algumas dicas para maximizar a segurança do seu WhatsApp.

Entenda os dados coletados

O WhatsApp pode coletar muito mais informações suas do que você pensa. Muito do que ele coleta é igual a qualquer outro app e está descrito em sua política de privacidade. Porém, o WhatsApp faz parte da família Facebook, e essas informações podem ser combinadas com outros dados que você passa à rede de Mark Zuckerberg – o mesmo acontece com outros apps da empresa, como o Instagram.

Seu número de telefone do WhatsApp, informações do dispositivo (tipo de telefone, sistema operacional e código do país do celular, por exemplo) e alguns dados de uso (quando entrou pela última vez, quando se registrou e com que frequência manda mensagens) são compartilhados com outras empresas do Facebook, e parte disso tem gerado controvérsia. Em maio de 2017, a empresa foi multada em 94 milhões de libras pela União Europeia por combinar números do WhatsApp com dados do Facebook depois de afirmar aos reguladores que não poderia fazer isso facilmente.

Como o Facebook planeja fundir a infraestrutura do Messenger, WhatsApp e mensagens do Instagram, qualquer compartilhamento de dados será examinado detalhadamente no futuro. Porém, vale reforçar que o conteúdo das mensagens não é compartilhado, porque nem mesmo o Facebook pode acessar a criptografia.

A maior parte do que o WhatsApp coleta é formada por metadados, que podem dizer muito sobre o comportamento do usuário. Sua política de privacidade diz que ele coleta informações sobre como você interage com outras pessoas (tempo, frequência e duração de suas interações com outras pessoas), informações de diagnóstico de quando o app trava, recursos de grupo, fotos de perfil, status e quando você está online.

Além disso, ele pode coletar dados sobre o nível de bateria do aparelho, intensidade do sinal e operadora móvel. Cookies rastreiam sua atividade na área de trabalho e nas versões web do aplicativo, além de captar também dados de localização.

Desligue backups em nuvem

O app permite que você faça backup de suas conversas e dados como uma forma de facilitar a transição para outro celular – embora isso não funcione se você trocar um iOS por um Android. Esses dados são armazenados no Google Drive ou no iCloud.

Se a opção de backup estiver desativada, o WhatsApp lembrará você de tempos em tempos para fazer um. Mas talvez você não queira isso. Ao contrário das mensagens em seu aparelho, as mensagens na nuvem não estão criptografadas corretamente. Ou seja, um invasor pode acessá-las facilmente, ou por uma ordem judicial, por exemplo, a Apple ou o Google devem revelar as mensagens salvas.

Backups não criptografados têm sido um problema há anos, inclusive reconhecido pela empresa. Alguns rumores indicam que o WhatsApp está testando backups protegidos com senha, mas nada oficial foi divulgado até o momento.

Autenticação de dois fatores

Ativar a autenticação de dois fatores é uma boa pedida para manter suas informações confidenciais. Esse método adiciona uma etapa extra quando você faz um login. Na maioria dos casos, isso é um código de segurança gerado por um app, um código enviado por SMS ou uma chave de segurança física, sendo esta última a mais segura de todas.

No caso do WhatsApp, porém, isso é feito com um PIN. Caso contrário, você teria que digitar um código toda vez que abrir o app, algo impraticável. Quando ativado, o sistema pedirá regularmente o PIN de seis dígitos para acessar o aplicativo. Acontece que essa frequência não é muito bem definida, fazendo com que essa não seja exatamente uma barreira contra invasões.

Esconda suas informações pessoais

Existem diversos spams e ataques de engenharia social para roubar dados pessoais pelo WhatsApp. A cada semana, um novo golpe se espalha entre os usuários. Existem formas de limitar o acesso de pessoas desconhecidas à sua conta.

Dentro do menu configurações, na seção Conta e Privacidade, você encontra essas opções. Elas vão desde as mais simples, como desativar a confirmação de leitura (os dois traços azuis ao lado da mensagem), até as mais eficazes, como impedir que te adicionem a grupos.

Na configuração Grupos, há a opção de limitar quem pode adicionar você a grupos. O padrão é “todos”, mas isso pode ser alterado para todos os seus contatos, exceto algumas pessoas selecionadas. Essa limitação não impede que você acesse grupos de pessoas de fora dos seus contatos. Em vez disso, as pessoas podem pedir por uma mensagem separada.

Outros recursos que você pode desativar é a visualização de sua foto de perfil, a seção Sobre, e sua última visualização. Nas configurações de privacidade, é possível verificar se você está compartilhando sua localização com alguém.

Se sua ideia é a privacidade máxima, também pode considerar quais informações você mostra na tela de seu telefone. Notificações de novas mensagens podem incluir a mensagem inteira ou apenas uma parte. Mensagens completas podem ser facilmente lidas por alguém que pegar seu celular. Para alterar isso, você deve as configurações do Android ou iOS nas opções de notificações, e restringir as visualizações.

Trocar de aplicativo

Fazer tudo isso dá trabalho. É uma lista longa de preocupações, então talvez seja mais fácil simplesmente usar outro app. A mudança é grande, mas pode ser benéfica. Conforme dito anteriormente, o Signal é uma boa opção para quem procura por privacidade e segurança. O app pode ser bloqueado e liberado apenas com impressão digital ou reconhecimento facial, as mensagens podem desaparecer depois de algum tempo e é possível borrar os rostos das pessoas em vídeos e fotos. Você pode conhecer mais sobre o Signal em seu site oficial.

Fonte:OlharDigital

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iPhone 12 deve chegar ao mercado mais caro que o iPhone 11

Segundo um relatório da consultoria sobre inteligência de mercado TrendForce, o preço da nova série 12 dos iPhones devem chegar com um aumento considerável ao mercado em relação ao seu antecessor – e o Brasil, com o dólar nas alturas, deve receber os novos dispositivos com preços bem mais altos.

Uma das razões para esse aumento é a inclusão do OLED e mais o suporte para banda 5G na nova série (que deve contar com pelo menos quatro modelos). Segundo a TrendForce, “os custos dos modelos do iPhone 12 são significativamente mais altos em comparação com os modelos da série anterior por causa do suporte 5G. Para cortar custos e estabilizar os preços de varejo, a Apple decidiu vender os próximos iPhones sem acessórios, como fones de ouvido com fio, adaptador de energia, etc. Espera-se que essa mudança ajude no desempenho das vendas.”

Os preços (em reais, aproximados) serão maiores do que a linha 11 (lembrando que a Apple vai descontinuar a produção dos modelos Pro e Pro Max).

  • Apple iPhone 12 – R$ 3.895 a R$ 4.170
  • Apple iPhone 12 Max –R$ 4.450 a R$ 4.730
  • Apple iPhone 12 Pro – R$ 5.845 a R$ 6.120
  • Apple iPhone 12 Pro Max – R$ 6.400 a R$ 6.680

Aumento da produção

O relatório da TrendForce aponta que a Apple “aumentou a produção do iPhone no segundo trimestre de 2020 8% em relação ao trimestre anterior, graças às vendas acima do esperado do iPhone SE e do iPhone 11. Este desempenho também confere à marca o terceiro lugar no ranking [liderado por Samsung e Huawei].  Passando para o terceiro trimestre de 2020, a demanda pelo iPhone SE e iPhone 11 deve permanecer forte”.

O iPhone SE, lançado no início deste ano, veio para tomar o lugar do iPhone Xr como o de celular mais acessível da Apple. Além de ser mais potente que seu predecessor, ele manteve o valor atrativo para o usuário (US$499, ou R$ 2.230).

Fonte:TecMundo

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iPhone pra Sempre: Itaú lança programa de troca

Nesta terça-feira (18), o Itaú anunciou uma parceria com a Apple que vai permitir aos clientes do banco trocar de iPhone a cada 21 meses.

Por meio dos aplicativos do banco, os consumidores poderão parcelar 70% do valor do aparelho em até 21 vezes. Ao fim das parcelas, é possível optar entre ficar com o iPhone em definitivo (pagando os 30% restante), devolver o aparelho e sair do programa, ou trocar o iPhone em uso por uma versão mais atual, com a abertura de um novo ciclo de financiamento.

“O mercado brasileiro geralmente trabalha com parcelas de até 12x, o que torna o valor de cada parcela mais caro. Agora estamos tornando mais fácil para que mais clientes do Itaú possam desfrutar da experiência de alta qualidade do iPhone – e oferecendo a opção de atualizar para um novo modelo regularmente”, disse Rubens Fogli, diretor de Negócios Digitais do Itaú Unibanco.

A experiência de compra é 100% digital e os modelos de iPhone disponíveis possuem parcelas mensais a partir de 21 vezes de R$140 mais o pagamento final.

Fonte:TecMundo

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Malware usa o Xcode para infectar milhões de dispositivos Apple

Pesquisadores da Trend Micro descobriram um malware terrivelmente perigoso para os sistemas da Apple. O software malicioso infecta projetos criados no Xcode para se espalhar pelos aplicativos criados na plataforma de desenvolvimento, e atacar sistemas por meio duas vulnerabilidades zero-day.

O malware do tipo XCSSET tem um modo bastante peculiar de infectar sistemas. Primeiramente, ele se associa a projetos do Xcode, plataforma usada para a criação de aplicativos para diversos dispositivos da Apple, incluindo o Mac, iPhoneiPad e outros. Depois, sem que o desenvolvedor perceba, ele é distribuído juntamente com o aplicativo, e pode atacar sistemas por meio de duas vulnerabilidades que, até então, eram desconhecidas.

Malware seria usado para roubar dados

Duas vulnerabilidades poderiam ser usadas em ataques do malware XCSSET; uma delas se apossava do Safari e outros navegadores para vasculhar dados de cookies; a outra usava a versão de desenvolvimento do Safari para injetar backdoors Java Script em websites por meio de ataques do tipo UXSS (Universal Cross-site Scripting).

De forma resumida, o malware era capaz de roubar dados pessoais do usuário, inseridos em vários tipos de aplicativos, como navegadores e outros aplicativos populares. Se comandado remotamente, ainda era capaz de encriptar arquivos e solicitar o resgate, geralmente pedindo algum tipo de pagamento ao usuário, o que configura o mesmo comportamento de um ransomware.

Os especialistas da Trend Micro ainda não conseguiram determinar como o malware é injetado em projetos do Xcode.

O software malicioso foi descoberto em dois projetos de pesquisa que foram publicados no Github, e não foram amplamente usados por outros desenvolvedores, o que minimizou o impacto da ameaça. De qualquer forma, algumas dezenas de vítimas foram detectadas, sendo que a maioria delas tem origem na China e Índia.

A Trend Micro alerta os usuários, e recomendo-os baixar somente aplicativos distribuídos em lojas oficiais. Desenvolvedores com projetos em andamento terão que checar sua integridade, a fim de revalidar sua segurança.

Fonte:TecMundo