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Apple está prestes a trocar Intel por ‘chips de celular’ nos Macs

Apple finalmente vai anunciar a substituição de processadores da Intel por chips próprios feitos com base em tecnologia licenciada pela ARM, comumente usada em iPhones , iPads e smartphones de outras marcas. A revelação, segundo “fontes ligadas ao assunto” consultadas pela Bloomberg, deve acontecer ainda no fim deste mês.

O palco mais provável é a WWDC 2020, conferência anual da Maçã para desenvolvedores, que será totalmente digital neste ano por causa da pandemia do novo coronavírus. O evento começa em 22 de junho e deve trazer novidades também sobre os sistemas operacionais da companhia.

O primeiro Mac com processador baseado em ARM chegaria apenas em 2021, tendo o macOS ainda como o sistema operacional e uma base no A14, chip utilizado na próxima geração do iPhone. Ao menos três variações estariam em desenvolvimento ao mesmo tempo.

Parceria histórica

O rumor já data de 2018, mas foi novamente citado em fevereiro do ano passado, reforçado meses depois com a contratação de um projetista da ARM. A mudança faz parte da estratégia da empresa de ter um controle maior sobre os componentes, para não depender de compatibilidade e desempenho de terceiros.

A substituição seria uma vontade da companhia e também o resultado de testes internos, que mostram um desempenho melhorado e mais eficiência em consumo de energia em relação aos processadores da Intel. Apple e Intel são parceiras desde 2005, quando a companhia abandonou a linha de chips PowerPC.

Fonte:Tecmundo

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Safari no iOS 14 pode ter tradutor embutido e suporte ao Apple Pencil

Recursos foram descobertos em versão vazada do sistema operacional

Apple pretende adicionar ao Safari uma ferramenta de tradução de idiomas embutido e suporte completo ao Apple Pencil no iOS 14 e no iPadOS 14, segundo detalhes encontrados pelo 9to5Mac em uma versão vazada do sistema operacional.

O recurso de tradução embutido permitiria que usuários traduzissem páginas da web sem o uso de aplicativos ou serviços de terceiros. Caso esse recurso realmente chegue ao iOS 14, provavelmente veremos a ferramenta também na nova versão do macOS.

O código sugere que a opção de tradução estará disponível para cada site visitado, mas será possível ativar uma ferramenta de tradução automática similar ao que vemos no Google Chrome. A Apple parece estar testando o recurso de tradução para outros aplicativos também, como a App Store, permitindo ler os comentários da loja feitos em outros idiomas.

Todas as traduções da Apple são fornecidas pelo Neural Engine e funcionam com ou sem uma conexão com a internet.

Além disso, a empresa planeja adicionar suporte total ao Apple Pencil nos sites, o que permitiria que a caneta fosse usada para marcar e desenhar no Safari. Porém, esse seria um recurso restrito ao iPadOS 14, porque o Apple Pencil não é compatível com o iPhone.

MacRumors descobriu alguns novos recursos do PencilKit no início deste ano que permitirão aos usuários escrever à mão em qualquer campo de texto usando o Apple Pencil. O texto manuscrito em seguida seria convertido em texto padrão.

Ao que tudo indica, a Apple ainda está trabalhando em um tipo de “preenchimento mágico”. Com ele, os usuários poderão desenhar uma forma geral em um aplicativo, que será preenchida na sequência pelo sistema operacional.

A versão do iOS 14 que vazou e está circulando pela internet é uma versão inicial do software. Ainda não está claro se a Apple mudou seus planos de desenvolvimento ou se alguns recursos podem ser adiados devido à crise global de saúde causada pelo novo coronavírus.

De qualquer forma, logo saberemos com certeza. O evento virtual WWDC da Apple está agendado para o dia 22 de junho, nele a empresa contará mais sobre o iOS 14.

Fonte:OlharDigital

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Bug no sistema de login da Apple permitia invasão de contas

Pesquisador de segurança descobriu como manipular a comunicação com servidores da Apple para gerar tokens de autenticação válidos para qualquer Apple ID, mesmo sem saber a senha

O pesquisador de segurança Bhavuk Jain descobriu um bug “zero day” (ou seja, explorável sem que haja uma correção disponível) que permitia que hackers tomassem o controle de contas em serviços que usam o sistema de login da Apple.

Sign in With Apple (Login com o Apple ID, em português) permite que usuários usem seu Apple ID para fazer login em sites e apps, evitando ter de criar uma conta para cada novo serviço. É similar às opções de login com o Facebook ou Google encontradas em muitos lugares, mas segundo a Apple foi projetado de forma a garantir a privacidade do usuário, evitando o compartilhamento de dados com os operadores dos sites ou desenvolvedores dos apps.

Segundo Jain, o bug era consequência da forma como o sistema da Apple produzia os tokens, identificadores que informam a um app ou site se a tentativa de login é válida, ou não. Ele descobriu uma forma de manipular a comunicação com os servidores da Apple e gerar um token válido para qualquer Apple ID, mesmo sem saber a senha.

Se o app confiasse apenas na resposta dos servidores da Apple, sem nenhuma outra forma de validação da tentativa de login, um malfeitor poderia conseguir acesso à conta e controle total sobre ela. A falha foi considerada crítica, já que poderia afetar qualquer app ou serviço que usa o sistema de login da Apple, como o Dropbox, Spotify, Airbnb, Giphy e muitos outros.

Pela descoberta, Jain recebeu uma recompensa de US$ 100 mil pelo Apple Security Bounty Program, que incentiva pesquisadores a encontrar e relatar à empresa falhas de segurança em seus produtos. A falha já foi corrigida pela Apple.

Fonte:Olhardigital

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Apple lança atualização do iOS 13.5 ‘recomendada para todos’; veja o que muda

Empresa lançou uma atualização emergencial para solucionar falha que permitia o jailbreak de iPhones

Apple liberou nesta segunda-feira (1º) uma nova atualização para o iOS. A versão, com numeração 13.5.1, tem como objetivo fechar uma vulnerabilidade no sistema operacional que permitia o jailbreak de iPhones.

A Apple não dá muitos detalhes aos usuários sobre o motivo do update, afirmando apenas que se trata de um pacote que “oferece atualizações de segurança e é recomendado para todos os usuários”, como percebe o site The Verge. No entanto, na página de suporte há mais detalhes, apontando que a versão soluciona uma falha que permite “executar código arbitrário com privilégios de kernel”, o que, na prática, permite tomar controle total sobre o celular.

O jailbreak é um processo legítimo para que um usuário possa obter mais controle sobre o seu celular. No entanto, ainda se trata de uma vulnerabilidade grave no sistema operacional que também pode ser aproveitada para fins indevidos pelo cibercrime.

Chamado de Unc0ver, o jailbreak se destacava das demais por poder ser explorada até mesmo na versão mais recente do iOS, o que não é comum. Na maior parte dos casos, essas brechas são descobertas e exploradas em versões mais antigas, que normalmente já não estão mais ativas, reduzindo consideravelmente sua eficácia.

Então, se você é como a maioria do público e se preocupa com a segurança do seu celular e não liga para jailbreak, vale a pena instalar a nova atualização. No entanto, para o público jailbreaker, que quer rodar apps que não podem ser distribuídos pela App Store, a alternativa é evitar o iOS 13.5.1.

Fonte:OlharDigital

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Primeiro conceito do iOS 15 tem detalhes minimalistas; confira

Design do sistema operacional reduz o tamanho de widgets e tem uma interface mais leve, apenas com os aplicativos mais acessados

Já vimos muitos conceitos e possibilidades para o iOS 14, mas algumas pessoas pensam além. É o caso do designer Roland Mészáros. Ele já pensou e divulgou sua visão de um possível design para o iOS 15.

Mészáros focou seus esforços na tela inicial do sistema e implementou um design minimalista. Para o designer, a enorme grade de ícones seria substituída por uma interface mais esparsa, apenas com os aplicativos realmente importantes e mais usados pelos donos de iPhone. No topo da tela, um pequeno ícone de previsão do tempo e um relógio, bem parecido com o que vemos no Android.

Alguns outros elementos da interface também sofreram alterações na projeção do designer. Os ícones de nível de bateria e sinal de Wi-Fi tornaram-se circulares. A Siri, assistente de voz da Apple, teve sua área de atuação restrita ao topo da tela, deixando o resto da interface visível, assim como a notificação de chamadas – um pedido que os usuários de iOS fazem há muito tempo, e torcem para que se torne realidade na versão 14 do sistema operacional.

O conceito de Mészáros, no geral, é bastante simples, até por ser um design minimalista, mas conta com um visual bastante agradável. Claro que ainda é muito cedo para dizer algo sobre o iOS 15, mas os usuários do sistema operacional e fãs da Apple podem ficar esperançosos se a empresa seguir essa mesma linha.

Fonte: OlharDigital

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Apple compra a NextVR e avança em direção à realidade virtual

Startup californiana transmite eventos ao vivo, como esportes e shows, para dispositivos de VR da Sony, Facebook e Lenovo

Apple confirmou na quinta-feira (14) sua terceira compra do ano, a startup NextVR, especializada em transmitir eventos ao vivo, como esportes e shows, para dispositivos de realidade virtual

Embora não tenha divulgado o valor da compra, o site 9to5Mac informou, em abril, que a Apple estava negociando a aquisição por cerca de US$ 100 milhões (ou R$ 583 milhões, na conversão direta).

A compra pode ajudar a Maçã no desenvolvimento de seus próprios óculos de realidade aumentada e virtual. A NextVR já fornece sua tecnologia para outras empresas, incluindo a Oculus, do Facebook, e dispositivos da Sony, HTC e Lenovo.

O site da startup californiana já foi substituído por uma mensagem de agradecimento, dizendo que está “caminhando em uma nova direção”. Questionada sobre a aquisição, a Apple deu sua declaração de praxe, de que compra pequenas empresas de tecnologia de tempos em tempos e geralmente não discute seus objetivos ou planos. 

Fonte: OlharDigital

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Sistema de rastreamento anticoronavírus de Apple e Google não usará GPS

Ferramenta usará apenas Bluetooth para rastrear pessoas contaminadas que tenham passado por perto do usuário do celular

Apple e Google definiram uma medida importante de privacidade para sua tecnologia de rastreamento de contatos usada para monitorar o contágio pelo coronavírus. Organizações que utilizarem a ferramenta, que depende do Bluetooth dos smartphones, não podem pedir permissão para acessar dados de GPS dos celulares.

A ideia das empresas é fornecer esse recurso para agências governamentais de saúde pelo mundo. Ficará a cargo delas criarem os apps que devem ser instalados pelos cidadãos de seus respectivos países de forma voluntária. Assim, as pessoas podem saber se outros que têm o app instalado e foram diagnosticados com Covid-19 estiveram em contato próximo, graças a um registro de antenas Bluetooth coletadas pelo smartphone.

As empresas reforçaram que uma parte importante da tecnologia seria impedir que governos utilizassem esses aplicativos para quaisquer outras finalidades, e isso inclui a coleta de outras informações sobre os cidadãos. Para isso, foi necessário bloquear o acesso dos aplicativos aos dados de GPS.

Desenvolvedores não estão satisfeitos com essa decisão da Apple e do Google. Segundo a Reuters, eles dizem que o uso de GPS seria importante para detectar áreas com grande chance de contágio. As empresas, porém, mantém sua posição: se agências de saúde quiserem coletar dados de localização, precisarão recorrer a outros métodos, descritos como mais instáveis e que consomem mais bateria do celular.

É o que algumas organizações já estão fazendo. O Reino Unido, por exemplo, optou por desenvolver um aplicativo próprio, que não dependa da tecnologia de Apple e Google. Nos Estados Unidos, o estado de Utah está seguindo o mesmo caminho: sem recorrer às ferramentas das empresas, o app consegue usar o Bluetooth de smartphones e associá-lo a informações de GPS, como relata a publicação. Já no Canadá, a província de Alberta também se manteve distante das soluções nativas do iPhone e do Android e desenvolveram tecnologia própria, mas sem coletar dados de GPS.

As empresas também reforçaram que apenas um aplicativo por país poderá usar o sistema de contatos. O objetivo é evitar a fragmentação: se dois ou mais apps utilizarem a tecnologia, é possível que as diferentes bases de usuários sejam incapazes de se comunicar, reduzindo sua eficácia. Com apenas um aplicativo, a base é unificada e a adoção em massa é encorajada.

Fonte: Olhar Digital

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Apple estaria desenvolvendo um leitor de digitais ultrassônico para iPhones

A Apple pode estar planejando trazer o TouchID de volta aos iPhone sob os displays do smartphones. Segundo rumores, a empresa estaria desenvolvendo um leitor de digitais ultrassônico capaz de identificar o usuário a partir do toque na tela. A solução poderia ser usada como uma alternativa ao FaceID, lançado no iPhone X, que desagradou boa parte dos consumidores da marca.

Embora leitores de impressões digitais sob a tela não seja algo inédito, a Apple estaria trabalhando em uma tecnologia diferente do que as usadas atualmente por empresas chinesas. Nas versões convencionais, o equipamento tem sensor óptico que usa luz refletida para reconhecer o formato das impressões de digitais na tela. Já a tecnologia ultrassônica da Apple é capaz de capturar detalhes da pele do usuário, sendo mais precisa do que a concorrente, conforme publicou o site Phone Arena.

Além da fabricante de iPhone, a Samsung e a Qualcomm também estariam investindo no desenvolvimento desta tecnologia para lançamentos futuros. O primeiro smartphone da empresa sul-coreana com um sensor de digitais ultrassônico seria o Galaxy S10, que deve ser lançado em 2019 com diversos recursos adicionais para comemorar os 10 anos da linha premium da Samsung.

Voltando para a Apple, ainda não há detalhes de quando a empresa pretende adotar o sensor ultrassônico em seus smartphones. No entanto, é provável que isso só aconteça a partir de 2019, já que a ausência do recurso no próximo iPhone é praticamente certa.

 

Fonte: site Olhar Digital