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Supermercado de São Paulo testa pagamento com criptomoeda

Se é verdade que uma moeda só se consolida quando as pessoas começam a usá-la para comprar comida, então o sucesso das criptomoedas no Brasil pode estar chegando. Pelo menos na cidade de São José dos Campos (SP), onde o supermercado Shibata passou a aceitar uma moeda virtual como forma de pagamento. Por enquanto, trata-se apenas de um projeto-piloto, mas que pode ser expandido para as demais lojas da rede.

A criptomoeda utilizada na rede de supermercados paulista – a wibx – está sendo apresentada ao grande público através de ações de ativação. Já no primeiro contato, os clientes são convidados a baixar o aplicativo da wibx e ganham no ato suas primeiras moedas virtuais para iniciar uma carteira de investimento.

O cliente também ganha moedas quando compartilha o link do app para amigos se cadastrarem ou faz uma compra em dinheiro e recebe cashback. Esse dinheiro de volta (R$ 5) é convertido em mais wibx, que são válidas para comprar qualquer item no supermercado, sem limite de preços.

Como fazer para pagar comida com a moeda digital?

Fonte: Wibx/Divulgação.

Fonte: Wibx/Divulgação.Fonte:  Wibx 

No dia a dia do supermercado Shibata, o pagamento com a criptomoeda da Wiboo é diferente do que ocorre via cartão, mas parecido. Quando a opção Wibx é selecionada, os itens são passados e um QR Code é gerado, para o qual o cliente aponta o celular e faz o pagamento em wibx.

Em simulação feita pelo Uol na segunda-feira (4), usando como referência a cotação da wibx no dia 4 de março (R$ 0,045), confira alguns preços:

  • 5 kg de arroz – R$ 20 (444 moedas wibx);
  • 1 kg de tomate – R$ 6,22 (138 wibx);
  • 1 kg de coxão mole – R$ 43,90 – (975 wibx)
  • 1 kg de coxa e sobrecoxa – R$ 12,90 (276 wibx).

Fonte: TecMundo

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Primeiros caixas eletrônicos de criptomoedas chegam ao Brasil

A empresa estadunidense Coin Cloud instalou no Brasil os primeiros caixas eletrônicos voltados para criptomoedas. Presentes em locais de São Paulo e Rio de Janeiro, as máquinas permitem realizar transações com 29 tipos diferentes de criptoativos como BitcoinEthereum e outras.

Assim como um caixa eletrônico comum, o usuário só precisa de seguir uma série de instruções na tela da máquina para realizar transações rápidas. Segundo a empresa responsável pelo serviço, o sistema chega ao país com toda a interface em português.

As máquinas da Coin Cloud parecem caixas eletrônicos comuns, mas são voltadas para transações com criptomoedas

As máquinas da Coin Cloud parecem caixas eletrônicos comuns, mas são voltadas para transações com criptomoedasFonte:  Coin Cloud 

As compras e vendas são feitas após a realização de uma verificação em duas etapas com o celular. Em seguida, o usuário só precisa escolher o criptoativo que será negociado e inserir o dinheiro.

Após a operação, o dinheiro depositado é transferido instantaneamente para a carteira digital do consumidor. No lançamento, os usuários terão a opção de realizar compras a partir de R$ 10 e vendas de pelo menos R$ 50.

Expansão para o Brasil

Dos 10 caixas eletrônicos que a Coin Cloud instalou no país, uma máquinas está na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, enquanto os outros nove aparelhos podem ser utilizados em São Paulo, nos bairros Pinheiros, Jardins, Itaim Bibi, Brooklin e Vila Andrade, além de Alphaville e Sorocaba.

O Brasil é o primeiro país do mundo a receber os serviços da Coin Cloud fora dos Estados Unidos, e a empresa promete que mais caixas devem ser instalados futuramente. A companhia oferece seus serviços na América do Norte desde 2014 e já possui mais de mil máquinas instaladas.

Segundo Chris McAlary, CEO da Coin Cloud, o país foi escolhido para dar início à expansão da empresa por causa do interesse crescente dos brasileiros por criptoativos. “Uma pesquisa recente, publicada pela Forbes, coloca o país em segundo lugar em porcentagem de pessoas que possuem criptomoedas, atrás apenas da Turquia”, explica o executivo.

Recentemente, o governo brasileiro também mostrou interesse no setor e confirmou que uma criptomoeda oficial do Brasil está em desenvolvimento.

fonte: tecmundo