Arquivo de tag Google

Poradmin

YouTube e Gmail fora do ar? Serviços do Google estão instáveis

Na manhã desta segunda-feira (14), os serviços do Google estão enfrentando instabilidade. O problema está afetando aplicações como GmailYouTubeGoogle Drive, Analytics, Trends e Google Meet.

De acordo com o site DownDetector, serviço que recolhe reportes de instabilidades em sites da web, os relatos de instabilidade começaram a aparecer por volta das 8h20. O mapa de reclamações indica problemas na Europa, Estados Unidos e Brasil.

Até o momento do fechamento desta notícia, o painel de status do Google Workspace não registrou nenhuma queda, mas durante os nossos testes não foi possível acessar nenhum dos serviços da gigante das buscas.

As redes sociais também estão inundadas de reclamações dos usuários.

Fonte:TecMundo

Poradmin

Google Maps ganha recurso de ‘viagem rápida’

Não são poucos os recursos adicionados recentemente ao Google Maps, o que mostra que a gigante das buscas dedica uma atenção especial ao aplicativo. A novidade, desta vez, promete oferecer aos usuários atalhos muito bem-vindos para a definição de trajetos. Trata-se do Go Tap, que disponibiliza, na tela inicial, destinos frequentemente acessados e permite que sejam ativados com um simples toque.

De acordo com a empresa, basta selecionar o botão dedicado à funcionalidade no canto inferior direito do display, do mesmo modo como faria para inserir endereços. Na lista de consultas anteriores que se abre, algumas opções serão destacadas – e outro toque exibe o histórico completo.

Depois, é possível optar por marcar caminhos futuros ou diversas modalidades para uma única rota, por exemplo, a pé, de carro e de ônibus.

Tempos de pandemia

A implementação, exclusiva para Android, destaca a Google, deve aprimorar a pesquisa de rotas e até de horários de transportes públicos, facilitando o planejamento dos usuários em tempos de pandemia, nos quais determinar os melhores horários e trajetos pensando-se no distanciamento social é fundamental para se evitar a proliferação do novo coronavírus.

Por fim, visando auxiliar pequenos comerciantes, a companhia também está investindo em publicidade offline, encorajando as pessoas a avaliarem negócios locais para darem uma força a eles e, quem sabe, evitarem que fechem as portas em um momento tão delicado.

Para conferir se o Go Tap já chegou até você, verifique se há atualizações disponíveis no Google Play. Como a liberação é gradual, não se descarta que alguns dias sejam necessários à completa “entrega” mundial. Usuários de iOS, por enquanto, ficam de fora.

fonte: tecmundo

Poradmin

Mamata acabou? Conheça seis alternativas ao Google Fotos

Com o fim do armazenamento ilimitado das fotos, outros aplicativos ou serviços podem, agora, ser uma opção mais interessante

Google Fotos é um aplicativo para armazenar fotos e vídeos na nuvem de uma maneira prática, sendo que ele vem até mesmo pré-instalado nos celulares com o Android. Por sua vez, quem usa o serviço recebeu uma notícia desagradável nesta semana anunciando o fim do “armazenamento ilimitado” das fotos, que mesmo ao diminuir a qualidade original dos arquivos era um de seus diferenciais.

Felizmente, é claro, existem outras alternativas para você usar no lugar do Google Fotos, que nem sempre tem o “armazenamento ilimitado” ou tanto espaço, mas que podem ter planos melhores e outras vantagens dependendo de sua necessidade. Assim, o Olhar Digital separou as 6 melhores opções para você usar no lugar do Google Fotos. Confira!

Amazon Photos – Android/iOS

A Amazon desde que chegou oficialmente ao Brasil tem feito bastante sucesso, principalmente por conta do “Amazon Prime” que oferece muitas vantagens para seus assinantes. Já o Amazon Photos é justamente um serviço da empresa para armazenar fotos e vídeos tirados com o celular na nuvem.

Reprodução

Quem é um assinante do “Amazon Prime” tem espaço ilimitado para salvar as fotos na nuvem e 5 GB para os vídeos. Já quem não tem a “assinatura Prime” ainda tem 5 GB de espaço gratuito na nuvem para fotos e vídeos.

Dubox Cloud Storage – Android/iOS

Uma opção um pouco menos conhecida de nossa lista é o Dubox Cloud, que oferece até 1 TB gratuito de espaço para seus usuários. De forma geral, ele funciona como um serviço de armazenamento comum na nuvem para arquivos, mas também é capaz de encontrar de forma automática os seus vídeos e fotos para armazenar na internet.

Reprodução

O Olhar Digital realizou alguns testes com a ferramenta e ela funcionou bem, mas a sua velocidade de upload deixou um pouco a desejar.

Flickr – Android/iOS

Uma opção bastante tradicional e com o foco em manter fotos sem perder qualidade na nuvem é o Flickr. Apesar de não especificar o “quanto de espaço” seus usuários tem, o plano gratuito do serviço permite armazenar até 1.000 arquivos entre fotos e vídeos.

Reprodução

Mega – Android/iOS

Já outro serviço bastante popular e que também pode ser usado para manter as suas fotos e vídeos automaticamente na nuvem é o Mega. Apesar de não trazer grandes funções para organizar os seus álbuns, o serviço oferece em torno de 50 GB de espaço, um espaço que pode ser considerado até mesmo generoso de forma gratuita.

OneDrive – Android/iOS

Mais um serviço bem interessante para manter as suas fotos e vídeos com qualidade na nuvem fica por conta do OneDrive da Microsoft. A sua organização, de forma geral, acaba sendo bem eficaz e você consegue gerenciar nele até mesmo documentos do Office.

Reprodução

A parte negativa dele é que o seu plano gratuito dá apenas 5 GB de espaço. Entretanto, o serviço traz diversas opções de plano e um espaço generoso para quem assina o Office 365.

Autosync e Piktures – Android

A última opção de nossa lista, na verdade, se trata de uma dica para ser realizada com dois apps em conjunto. Hoje em dia está cada vez mais comum as pessoas utilizarem diversos serviços na nuvem, que podem atender diferentes necessidades por conta de seus planos ou funções específicas.

Reprodução

Assim, o “Autosync” é um aplicativo que  pode ser usado para enviar arquivos diretamente para diferentes serviços na nuvem de forma automática. Enquanto isso, com um visual bem prático, o “Piktures” é capaz de mostrar de forma organizada as suas fotos e vídeos armazenados de diferentes serviços na nuvem em apenas um local. Para usar estes dois aplicativos e todas suas funções, vale notar, é necessário adquirir a licença deles.

fonte: olhar digital

Poradmin

Google Fotos perderá armazenamento ilimitado gratuito em 2021

A Google anunciou que encerrará o backup ilimitado de fotos e vídeos do aplicativo Google Fotos. A mudança será aplicada em 1° de junho de 2021 e, a partir da data, todo conteúdo salvo em nuvem pelo app será contabilizado nos 15 GB de armazenamento gratuito que acompanham os serviços da empresa.

Atualmente, o Google Fotos permite que os usuários de smartphones façam backup de todas fotos e vídeos sem se preocupar com armazenamento. Segundo a empresa, a mudança não vai afetar arquivos já salvos no serviço, apenas novos uploads realizados a partir de junho de 2021.

“Para facilitar a transição, isentaremos todas as fotos e vídeos de alta qualidade dos quais você faz backup antes de 1º de junho”, explica a companhia. “Isso inclui todas as fotos e vídeos de alta qualidade que você armazena atualmente com o Google Fotos.”

Alto volume de uso

Segundo a empresa, a limitação serve para garantir uma “melhor experiência” para todos os usuários dos serviços em nuvem da Google, já que a demanda por armazenamento é alta. A companhia estima que mais de 4,3 milhões de GB de arquivos são adicionados diariamente nas plataformas da companhia, incluindo Gmail, Drive e Fotos.

A Google disse que a limitação permitirá que a empresa “continue investindo nesses produtos” durante os próximos anos. A gigante da web também ressaltou que usuários de smartphones Pixel não serão afetados, já que possuem armazenamento ilimitado na nuvem vinculado ao celular.

A empresa também ressaltou que vai mudar suas políticas para contas inativas. Caso o usuário não utilize um serviço por mais de dois anos, a Google pode começar a deletar arquivos guardados em nuvem. Se o limite de armazenamento de 15 GB for rompido por mais de 24 meses, a empresa também pode passar a borracha em alguns arquivos.

“Iremos notificá-lo várias vezes antes de tentarmos remover qualquer conteúdo para que você tenha amplas oportunidades de agir”, disse a Google.

Como aumentar o armazenamento

Apesar de os 15 GB gratuitos serem compartilhados pelos serviços da empresa, a Google está otimista com a mudança. A companhia estima que a grande maioria dos usuários pode demorar “muitos anos” para preencher a cota gratuita para arquivos em nuvem, mesmo com a adição do Fotos nessa conta.

Fonte:TecMundo

Poradmin

Google trabalha em sincronização de senhas Wi-Fi entre Chrome OS e smartphones

Neste ano, o Google trabalha em maneiras de aproximar os dispositivos com Android e Chrome OS, expandindo uma iniciativa chamada “Better Together”. O projeto mais recente da empresa permite que os usuários sincronizem senhas Wi-Fi entre smartphones Android e Chromebooks.

Geralmente, quando pessoas visitam lugares públicos com conexão ou casas de conhecidos, o telefone e o notebook podem se conectar às redes de internet sem fio desses locais. Quando o sinal é encontrado, mesmo que já tenha sido conectado em outro aparelho, é necessário inserir a senha novamente.

Em outra situação, que é ainda mais inconveniente, quando um novo dispositivo é comprado, o usuário precisa reconectar todas as redes conforme visita esses lugares. O objetivo do Google é o de justamente facilitar esse processo apenas transferindo a lista de conexões realizadas e salvas.

A ideia começou a ser testada no ano passado, com a possibilidade de sincronizar as redes entre Chromebooks e tablets com Chrome OS. Apesar disso, até então, a empresa parecia ter abandonado a funcionalidade.

Ao que parece, o sistema foi projetado usando a mesma base que sincroniza os sites favoritos salvos usando a conta do usuário. No entanto, de acordo com os códigos em que a função foi encontrada, a transferência de informações entre o smartphone e o Chromebook pode ser feita por Bluetooth.

Mesmo sendo um recurso que pode ajudar muitos usuários, ainda não há previsão para disponibilização. Pode ser também que a opção nunca chegue a ser lançada, mas ajude na criação de recursos semelhantes no futuro.

Fonte:OlharDigital

Poradmin

Novo recurso do Chrome vai ajudar PCs a economizar bateria

Google está testando no Chrome um recurso que permitirá que os sites digam ao navegador quais recursos de economia de energia podem ser ativados sem prejudicar a experiência do usuário.

O recurso está disponível através do programa Origin Trials, que permite que desenvolvedores web habilitem recursos experimentais do Google em seus sites adicionando uma tag específica em seu código.

Segundo Chris Harrelson, engenheiro responsável pelo recurso, “a maioria dos sistemas operacionais modernos tem recursos de economia de energia que são ativados quando a carga está baixa ou o usuário quer economizar energia. Idealmente, os sites devem ser capazes de respeitar esta configuração. Sites podem querer recomendar ao navegador quais estratégias funcionam melhor para seu conteúdo nesta situações”.

Por exemplo, um site pode sugerir ao navegador que reduza a taxa de quadros para atualização do conteúdo da página (refresh rate), ou que reduza a velocidade de execução de seus scripts. Segundo o site The Windows Club, o novo recurso deverá ser testado de forma mais ampla na versão 86 ou 87 do Chrome (a atual é a 84).

A novidade é uma das muitas estratégias que estão sendo usadas pelo Google para reduzir o consumo de energia de seu navegador. Em maio a empresa anunciou que, a partir do final de agosto, o navegador irá bloquear automaticamente anúncios muito “pesados”, que consomem “uma parcela desproporcional de recursos do dispositivo, como bateria e dados de rede, sem que o usuário saiba”. 

Fonte:OlharDigital

Poradmin

Google Cloud lança ferramenta que protege dados até dele mesmo

As Confidential Virtual Machines colocam uma camada extra de criptografia em dados enquanto estão sendo processados na nuvem, tornando-os inacessíveis até pela própria infraestrutura da plataforma

Serviços de computação na nuvem geralmente criptografam dados que estão em trânsito (upload e download) ou que estão armazenados. Porém, empresas que precisam processar ativamente informações mantidas em plataformas de terceiros, podem se ver expostas nessa brecha de segurança.

Com clientes como PayPal, HSBC e Bloomberg, o Google está lançando um novo recurso do que a companhia chama de “computação confidencial”: as Confidential Virtual Machines prometem dados criptografados e inacessíveis, mesmo enquanto os clientes os acessam para indexá-los ou treinar modelos de aprendizado de máquina.

“Dados precisam ser processados, e para isso você os carrega na memória sem qualquer proteção adicional. A computação confidencial tenta resolver este problema”, explica Nelly Porter, gerente sênior de produtos do Google Cloud. Os ambientes de computação confidencial mantêm os dados criptografados na memória e em outros lugares fora da unidade central de processamento (CPU) como uma camada extra de segurança.

A ideia é que as Confidential Virtual Machines protejam os dados para que não sejam acessíveis mesmo pela infraestrutura geral do próprio Google Cloud Services. Em uma plataforma na nuvem em que muitos clientes compartilham a mesma infraestrutura, máquinas virtuais são uma ferramenta comum para manter os clientes separados. O novo sistema cria uma proteção interna dentro da infraestrutura para que um cliente possa descriptografar dados para processamento em um ambiente acessível somente por ele.

“Um administrador tem a capacidade de ver o que está acontecendo em cada uma dessas máquinas virtuais. E se eu tiver um invasor em uma delas, existem ferramentas que permitem que ele invada as máquinas virtuais ‘vizinhas’, porque nem tudo é criptografado”, explica Greg Gibby, gerente sênior de produtos da AMD, responsável pelo processador que cuida da segurança. Com as Confidential Virtual Machines ativadas, os dados são descriptografáveis ​​no próprio chip, mas permanecem criptografados para todos os outros, incluindo o Google, pois não podem acessar as chaves de liberação armazenadas apenas no chip.

Além de Google e AMD, outros líderes do setor, como ARM, Intel, Microsoft, Facebook e Huawei, estão desenvolvendo ferramentas em computação confidencial. Porém, especialistas em segurança advertem que a solução do Google ainda depende de hardware potencialmente vulnerável.

Fonte:OlharDigital

Poradmin

Android 11: o que é ‘Scoped Storage’ e por que se tornou obrigatório

Google voltou atrás e resolveu tornar o Scoped Storage ou “armazenamento com escopo” um recurso obrigatório no Android 10 e versões posteriores. Sendo assim, todos os novos apps lançados para esses sistemas deverão obedecer à essa regra já a partir do dia 1º de agosto deste ano. Os apps existentes passarão a obedecer ao padrão por meio das atualizações, a partir do dia 1º de novembro.

O que é o armazenamento com escopo?

Houve uma época do Android em que os apps acessavam arquivos e pastas da mesma forma como é feito nos sistemas para desktop. Ao instalar um app, o usuário dava as permissões de acesso para as áreas externas ao sistema operacional, que é a área do armazenamento onde são salvos todos os arquivos pessoais, como fotos, músicas, vídeos e outros documentos. Nessa época, qualquer app acessava qualquer arquivo ou pasta criados por outros apps.

A partir do Android 4.4 KitKat, a Google começou a fazer restrições nesse tipo de acesso. Isso levou a companhia a implementar o Storage Access Framework ((SAF) estrutura de acesso ao armazenamento) no Android 5.1 Lollipop, que mudou a forma como os apps acessavam arquivos em pastas de terceiros.

Apesar de lento e não muito querido entre os desenvolvedores, o SAF serviu bem ao propósito para que foi criado. De qualquer forma, permaneceu opcional até os dias de hoje.

No armazenamento com escopo (ou por escopo), a Google tornou as regras de acesso mais restritivas e seguras, porém, mais simples. Agora, além da pasta restrita, que contém arquivos para o funcionamento do aplicativo (pasta de instalação), cada app possui sua pasta voltada para os arquivos que são gerados pelo usuário. Como exemplo, podemos citar um app para gravar áudio: ele precisará criar uma pasta onde os arquivos serão salvos.

Quando os apps forem executados pela primeira vez, o usuário não precisará dar acesso de leitura e gravação para as pastas de arquivos que foram criadas por eles. No entanto, cada app só terá acesso à sua própria pasta, não interferindo nas pastas de outros aplicativos, o que aumenta significativamente a segurança geral do dispositivo.

E se o app precisar acessar outras pastas?

Usando o armazenamento com escopo, se o app precisar acessar outras pastas de arquivos que não foram criadas por eles, eles terão que recorrer às APIs do SAF, como já é feito desde o Lollipop. A diferença é que, agora, o SAF será obrigatório e não mais opcional. É o caso de players de música, por exemplo, que podem solicitar acesso para ler e escrever na pasta padrão de músicas do Android.

Essa abordagem assegura a segurança do sistema, sem que apps semelhantes precisem criar pastas separadas, o que duplicaria arquivos, impactando no desempenho dos smartphones. Essas regras também certificam que apps criados para uma determinada finalidade não acessem pastas indevidas: um editor de vídeos não pode acessar uma pasta padrão do Android destinada a músicas, e vice-versa.

Recurso será padrão no Android 11

O armazenamento com escopo surgiu no Android 10, mas não era obrigatório, já que foi recebido com desânimo pelos desenvolvedores.

Mais recentemente, a Google mudou os contratos da Play Store e o recurso passará a ser imposto no Android 10, assim como já será um padrão no Android 11.

Fonte:Tecmundo

Poradmin

Novo app da Google cria linha virtual de distanciamento social

Entre as recomendações para evitar contato e eventuais contaminações durante a pandemia do novo coronavírus, o distanciamento social é uma das mais importantes. Porém, você pode não saber exatamente qual é a distância recomendada, ou como medir isso no mundo real.

Pensando nesses riscos, a Google lançou um novo experimento para dispositivos móveis que usa Realidade Aumentada (AR) para que você respeite o seu espaço e o dos outros. O nome dele é “Sodar”, provavelmente uma mistura entre os termos em inglês para “radar de distanciamento social”.

O funcionamento é bem simples. Ele usa a câmera do seu celular e “traça” linhas no chão que demarcam a distância de 2 metros entre você e as pessoas ao redor. Na medida em que você se movimenta, o raio é ajustado em tempo real — e a ideia é que você não precise mais dele depois de um tempo acostumado em ver a linha virtual.

O aplicativo é uma criação do Experiments with Google, uma equipe que cria serviços e aplicativos simples, mas divertidos, que servem mais como testes de tecnologia do que plataformas propriamente ditas.

Para acessar o Sodar, você não precisa fazer o download de nada. Basta acessar o site do experimento pelo navegador Google Chrome usando um aparelho com Android. Se preferir, é possível abrir a página no PC e escanear com o celular o QR Code disponibilizado. Vale lembrar que nem todos os modelos são compatíveis.

Fonte:Tecmundo

Poradmin

Sistema de rastreamento anticoronavírus de Apple e Google não usará GPS

Ferramenta usará apenas Bluetooth para rastrear pessoas contaminadas que tenham passado por perto do usuário do celular

Apple e Google definiram uma medida importante de privacidade para sua tecnologia de rastreamento de contatos usada para monitorar o contágio pelo coronavírus. Organizações que utilizarem a ferramenta, que depende do Bluetooth dos smartphones, não podem pedir permissão para acessar dados de GPS dos celulares.

A ideia das empresas é fornecer esse recurso para agências governamentais de saúde pelo mundo. Ficará a cargo delas criarem os apps que devem ser instalados pelos cidadãos de seus respectivos países de forma voluntária. Assim, as pessoas podem saber se outros que têm o app instalado e foram diagnosticados com Covid-19 estiveram em contato próximo, graças a um registro de antenas Bluetooth coletadas pelo smartphone.

As empresas reforçaram que uma parte importante da tecnologia seria impedir que governos utilizassem esses aplicativos para quaisquer outras finalidades, e isso inclui a coleta de outras informações sobre os cidadãos. Para isso, foi necessário bloquear o acesso dos aplicativos aos dados de GPS.

Desenvolvedores não estão satisfeitos com essa decisão da Apple e do Google. Segundo a Reuters, eles dizem que o uso de GPS seria importante para detectar áreas com grande chance de contágio. As empresas, porém, mantém sua posição: se agências de saúde quiserem coletar dados de localização, precisarão recorrer a outros métodos, descritos como mais instáveis e que consomem mais bateria do celular.

É o que algumas organizações já estão fazendo. O Reino Unido, por exemplo, optou por desenvolver um aplicativo próprio, que não dependa da tecnologia de Apple e Google. Nos Estados Unidos, o estado de Utah está seguindo o mesmo caminho: sem recorrer às ferramentas das empresas, o app consegue usar o Bluetooth de smartphones e associá-lo a informações de GPS, como relata a publicação. Já no Canadá, a província de Alberta também se manteve distante das soluções nativas do iPhone e do Android e desenvolveram tecnologia própria, mas sem coletar dados de GPS.

As empresas também reforçaram que apenas um aplicativo por país poderá usar o sistema de contatos. O objetivo é evitar a fragmentação: se dois ou mais apps utilizarem a tecnologia, é possível que as diferentes bases de usuários sejam incapazes de se comunicar, reduzindo sua eficácia. Com apenas um aplicativo, a base é unificada e a adoção em massa é encorajada.

Fonte: Olhar Digital