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Microsoft vai encerrar suporte ao Office 2013 no ano que vem

Microsoft voltou a reforçar aos consumidores que o final do suporte do pacote de programas de edição de conteúdo Office 2013 está próximo.

Oficialmente, o suporte terminará em 11 de abril de 2023. Isso significa que, a partir dessa data, softwares como Word 2013, Excel 2013, Power Point 2013 e derivados não receberão mais atualizações de desempenho ou segurança.

Além disso, não haverá mais suporte técnico obrigatório, conserto de bugs e correção de vulnerabilidades. Utilizar o Office 2013 em sincronia ou realizando a portabilidade de arquivos para o serviço na nuvem Microsoft 365 também pode gerar problemas de incompatibilidade. Ainda assim, todos os softwares continuarão funcionando normalmente e cabe a cada um decidir, por sua própria conta e risco, se vai ou não continuar utilizando as plataformas.

E agora?

O Office 2013 está cumprindo a agenda previamente prometida pela Microsoft: cinco anos de suporte completo e mais cinco anos de apoio adicional.

Usuários com a licença ainda em vigor receberão cada vez mais notificações a partir de agora para realizar a migração para planos modernos da plataforma nas modalidades pessoal ou corporativa. A Microsoft 365 passou por um reajuste de preço no ano passado e atualmente tem assinaturas a partir de R$ 38,40 por usuário.

Fonte: TecMundo

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Adoção do Windows 11 desacelera entre usuários, diz pesquisa

A adoção do Windows 11 por donos de computadores com uma versão antiga do Windows instalado ou que adquiriram novos equipamentos está dando indícios de desaceleração. A informação é da AdDuplex, que publica um relatório mensal mostrando a porcentagem de PCs com a plataforma e que acessam serviços da marca.

Segundo o mais recente estudo, com dados de março de 2022, a porcentagem de mercado do mês anterior permaneceu praticamente a mesma em relação a fevereiro deste ano — o crescimento registrado na versão estável foi de 0,1%, enquanto o uso de builds do programa de testes Windows Insider subiu 0,6%.

Sem considerar essa categoria, o Windows 11 agora ocupa 19,4% dos computadores registrados pela pesquisa.

A pesquisa leva em conta apps que estão na Microsoft Store.

A pesquisa leva em conta apps que estão na Microsoft Store.Fonte:  AdDuplex 

De acordo com o site TechRadar, isso significa que o Windows 10 ainda é bastante popular entre a comunidade, por mais que a Microsoft esteja trabalhando com marketing e notificações para que os usuários habilitados atualizem os dispositivos.

Somando as principais builds e atualizações recentes, a versão tem com quase 80% da base atual de dispositivos modernos. Como a pesquisa só leva em conta modelos com acesso à Windows Store e com ao menos um entre 5 mil apps com serviços da AdDuplex instalados, entretanto, esses dados podem divergir de relatórios oficiais da fabricante.

Os motivos para que a desaceleração aconteça são muitos, desde a falta de pressa dos usuários na adoção de uma plataforma com poucos meses de vida até a incompatibilidade do sistema, já que os pré-requisitos oficiais para rodar o Windows 11 deixaram muitos dispositivos com processadores mais antigos de fora.

Fonte: TecMundo

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Microsoft aprova marca d’água em PCs incompatíveis com Windows 11

A Microsoft aprovou uma nova marca d’água que indica um dispositivo não suportado para receber o Windows 11, uma vez que é possível instalar a nova versão do sistema operacional mesmo sem ter os requisitos mínimos, bastando usar o Editor de Registro. Embora a empresa esteja ciente da solução e não tenha anunciado que vá interrompê-la, a marca d’água deixa claro que um dispositivo contornou as exigências para o Windows 11.

A Microsoft já vinha testando a novidade com os Windows Insiders desde fevereiro, e parece que agora a aprovou para a versão Release to Manufacturing (RTM), ou seja, a versão que será distribuída para os fabricantes. A companhia não recomenda utilizar o novo sistema em um dispositivo cujo sistema seja incompatível com os requisitos mínimos, e aconselha os usuários a atualizarem seu hardware caso seja necessário.

Marca d'água informa que requisitos do sistema não foram atendidos

Marca d’água informa que requisitos do sistema não foram atendidosFonte:  Windows Latest 

A marca d’água informa que os “Requisitos do sistema não foram atendidos” e aparece logo acima do relógio do sistema. Ao clicar, a mensagem envia os usuários para a página de configurações, que possui um alerta sobre possíveis danos e inclui um link para o site da Microsoft. Felizmente, a marca aparece somente na área de trabalho e não afeta o funcionamento dos aplicativos.

Fonte: TecMundo

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Windows 11 receberá novo seletor de programas padrão

Microsoft está aos poucos aposentando todas as ferramentas que utilizam design com linhas duras, muitas delas ainda herança das primeiras versões do Windows. A nova build do Windows 11, disponível no canal Dev do Windows Insider, trouxe uma interface para selecionar os aplicativos mais de acordo com a identidade visual do novo sistema operacional.

Recentemente, o canal de desenvolvedores recebeu um Gerenciador de Tarefas completamente novo, com menus e ferramentas agrupados em abas laterias. Ao que tudo indica, a próxima atualização de interface será o Seletor de Aplicativos Padrão do sistema.

Seletor de Apps Padrão da versão pública do Windows 11 ainda é o mesmo do Windows 10Fonte:  Tecmundo 

Cantos arredondados e modo escuro

As modificações de interface no Seletor são bem mais sutis, por se tratar de uma ferramenta que, além de mais simples, já passou por atualizações nosWindows 8 e 10. A UI simplificada, bem parecida com a da build pública do W11, segue a identidade visual do sistema com os cantos arredondados, mas finalmente recebe compatibilidade com modo escuro.

Essa novidade é muito bem-vinda, especialmente para usuários que dependem de muito tempo de tela e optam pelo Modo Escuro, mais por uma estratégia de poupar a vista do que uma opção estética.

Até então, mesmo com esse modo ativado, ao abrir alguma ferramenta do sistema, o usuário era apresentado a uma janela completamente branca. Além de não acompanhar o esquema de cores definido pelo usuário, essa mudança brusca pode inclusive agredir olhos mais sensíveis ou cansados.

Vale lembrar que nem sempre as novidades testadas no canal Dev do programa Windows Insider chegam às builds finais, e o usuário precisa, ao menos por enquanto, forçar a utilização da nova aparência através da ferramenta ViVeTool. Entretanto, por se tratar de uma atualização de interface, é bem provável que a nova UI esteja presente em alguma das atualizações previstas para 2022.

Fonte: TecMundo

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Por que a Microsoft não lançou o Windows 9?

Lançado em outubro de 2012, o Windows 8 deveria ter sido sucedido pelo Windows 9, caso a Microsoft seguisse o mesmo esquema adotado para nomear as versões anteriores do sistema. Mas não foi o que aconteceu em julho de 2015, quando estreou o Windows 10, pulando a edição “9”.

Por que a Microsoft pulou o Windows 9, passando direto para a versão 10? Na época, surgiram diversas teorias tentando explicar a escolha da gigante de Redmond, como a possibilidade de o número “9” causar problemas de compatibilidade ao ser relacionado às edições Windows 95 e Windows 98.

Embora essa explicação surgida no Reddit faça sentido, o motivo oficial da escolha é outro e bem simples. De acordo com a especialista em tecnologia Mary Jo Foley, a big tech optou pelo nome Windows 10 por uma questão de marketing.

O sucessor do Windows 8 deveria se chamar Windows 9, mas a Microsoft mudou de ideia.Fonte:  Pixabay 

Conforme a autora explicou em texto publicado no ZDNet em 30 de setembro de 2014, quando foi revelado o nome oficial da então próxima geração do sistema, a Microsoft escolheu o número “10” para mostrar que aquela seria a “última grande atualização do Windows”, com a empresa planejando lançar apenas updates regulares e menores, em vez de atualizações gigantes com anos de intervalo.

Estratégia não foi seguida

Ainda de acordo com Foley, havia vários outros nomes possíveis para o sucessor do Windows 8. Windows XWindows 365Windows OneLimiar e simplesmente Windows, além do próprio Windows 9, eram alguns dos codinomes utilizados dentro e fora das dependências da Microsoft para se referir ao futuro lançamento.

Já em relação a intenção de ter o Windows 10 como última grande atualização do seu sistema operacional, a fabricante acabou mudando de ideia. No ano passado, a companhia lançou o Windows 11, desta vez voltando a apostar no tradicional esquema de nomenclatura do software.

Fonte: TecMundo

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Windows 11 pode ganhar stickers para imagem de fundo e novas funções

Segundo um vazamento postado no Twitter, em breve o Windows 11 pode ganhar novas funções, como stickers customizáveis para imagem de fundo, mudanças nas Sessões de Foco e gerenciamento aprimorado de consumo de energia.

O perfil Albacore postou imagens de um novo Editor de Stickers no Windows 11, que vai permitir adicionar stickers à imagem de fundo da área de trabalho. Esses stickers continuam aparecendo mesmo se o usuário mudar a imagem, mas não funcionam se o plano de fundo for composto de slides. Infelizmente, a imagem vazada não mostra como serão esses stickers.

Outra nova função que a Microsoft parece estar implementando no Windows 11 tem a ver com notificações e o recurso da Sessões de Foco, que deve ser renomada como apenas Foco. O usuário poderá ativar ou desativar o Foco no app Relógio, e ocultar janelas de notificação de apps da barra de tarefas. Outra função deve permitir definir sua sessão de foco no Outlook.

O Windows 11 também deve ganhar uma função chamada Sustentabilidade para o menu Configurações. A função vai permitir que o usuário escolha opções de economia de energia, e contará com um link sobre como reciclar seu PC. No topo da página, ícones de folhas vão simbolizar a “pontuação ecológica” do computador.

Por enquanto, não há uma indicação de quando essas novas funções vão chegar para todos os usuários do Windows 11, mas elas provavelmente vão aparecer primeiro para os canais Dev e Beta do Windows Insiders.

Fonte: Olhar Digital

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Windows 11 corrige problema de organização com múltiplos monitores

Usuários que instalaram a build vazada do Windows 11 relataram que a experiência de uso com dois ou mais monitores foi aprimorada. As correções feitas pela Microsoft impedem que as janelas e programas abertos sejam desorganizadas em telas secundárias, apontam os relatos.

Atualmente no Windows 10, quando o sistema entra em modo de suspensão para poupar energia, as janelas abertas tendem a ficar desorganizadas ou em locais diferentes quando o computador é despertado. Esse ponto específico teria sido corrigido pela companhia.

Na nova versão, um recurso permite que o Windows 11 “se lembre” dos locais onde as janelas já estavam abertas antes de entrar em modo de suspensão. O que pode parecer ser uma melhoria pequena, na verdade conserta algo que frustra usuários que utilizam múltiplas telas ao mesmo tempo.

Windows 11 ajustes

Nos novos controles de vídeo, há também uma outra mecânica. Quando o usuário desliga um monitor secundário, as janelas abertas nele são apenas minimizadas, e não realocadas no monitor primário. Essas duas funções devem ser opcionais, entretanto.

Versão ainda não oficial

O Windows 11 tem data de apresentação marcada para a próxima quinta-feira (24). Com a build vazada, os novos recursos vêm sendo explorados e revelados por usuários do sistema operacional.

No entanto, vale o aviso de que esta não é uma distribuição oficial da Microsoft. Entre outros, usuários mal-intencionados podem propagar versões com malware para download para enganar usuários mais apressados. A recomendação é esperar até que a própria Microsoft divulgue todos os detalhes da nova versão.

Fonte:TecMundo

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Microsoft corrige vulnerabilidade há 12 anos presente no Windows Defender

A Microsoft corrigiu uma vulnerabilidade do Windows Defender que estava presente no antivírus da Microsoft há 12 anos e acabou passando despercebida pela empresa e também por hackers durante todo este tempo. 

A falha, que foi chamada de CVE-2021-24092, foi descoberta em novembro de 2020 por uma equipe de pesquisadores da empresa de segurança digital SentinelOne. 

A vulnerabilidade foi observada em um driver que o aplicativo, que foi rebatizado para Microsoft Defender, utiliza para excluir arquivos invasivos e a infraestrutura que um malware pode criar no computador. 

Quando este driver exclui o arquivo malicioso, teoricamente, deveria substituí-lo por um novo e benigno para uma reserva de espaço em disco para a correção. Entretanto, os pesquisadores descobriram que o sistema não faz essa verificação corretamente, o que permite ao invasor a inserção de links de sistema que podem fazer o driver repor o arquivo errado ou até executar o código malicioso. 

Porta para invasores 

Tal vulnerabilidade poderia ser muito útil para potenciais invasores, uma vez que é um aplicativo que é instalado por padrão em máquinas com Windows, que é o sistema operacional mais utilizado em computadores pessoais e servidores. E, por se tratar de um antivírus, é um aplicativo altamente confiável dentro do sistema operacional. 

E, para completar, o driver vulnerável é assinado criptograficamente pela Microsoft para provar sua legitimidade. Ou seja, quem conseguisse explorar esta falha conseguiria excluir softwares ou dados cruciais, ou até mesmo direcionar o driver para executar seu próprio código para assumir o dispositivo. 

“Esse bug permite o aumento de privilégios”, disse Kasif Dekel, pesquisador de segurança sênior da SentinelOne. “O software executado com poucos privilégios pode se elevar a privilégios administrativos e comprometer a máquina”, completa.

Falha era de alto risco

A vulnerabilidade foi classificada pela Microsoft como sendo de alto risco, mas com algumas ressalvas importantes, sendo a principal delas o fato de que só um invasor que já tenha acesso, seja físico ou remoto, ao dispositivo de destino. 

Sendo assim, precisaria ser implantado junto com outras explorações na maioria dos cenários de ataque, mas isso não tornaria a entrada menos atraente para hackers. 

Tanto a SentinelOne quanto a Microsoft afirmam que não existem evidências de que a vulnerabilidade tenha sido descoberta, com a empresa de segurança escondendo potenciais cenários que possam ser explorados por potenciais invasores. 

Fonte:OlharDigital

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Microsoft marca data para encerrar suporte ao Office 365 e Teams no IE 11

Depois de milhares de sites pararem de funcionar no IE 11 no ano passado, chegou a vez da Microsoft anunciar a data limite em que serviços como o Office 365 e o Teams não serão mais suportados no browser lançado em 2013. A recomendação da empresa é migrar para a nova versão do Edge, baseada na plataforma Chromium do Google.

De acordo com a companhia, a partir do dia 17 de agosto de 2021, quem continuar utilizando o navegador, “pode esperar uma experiência ruim” ou até mesmo não conseguir se conectar à plataforma Office 365. Em postagem oficial em seu blog, a Microsoft confirmou na última sexta-feira (5) o fim do suporte dos serviços em navegadores antigos da empresa.

“Novos recursos do Microsoft 365 não estarão disponíveis ou podem parar de funcionar ao acessar o aplicativo pelo IE 11. Embora saibamos que essa mudança será difícil para alguns clientes, acreditamos que eles terão o máximo do Microsoft 365 ao utilizar o novo Microsoft Edge.

Por fim, a empresa diz que pretende “ajudar a tornar essa transição o mais suave possível”, e conclui dizendo que o novo Edge “oferece experiências melhores e mais inovadoras”.

Fim do suporte ao Microsoft Edge

O Edge — navegador nativo do Windows 10 lançado em 2015 — também vai parar de receber atualizações de segurança a partir do dia 9 de março de 2021. Em abril, a Microsoft vai liberar uma atualização obrigatória para o sistema que substitui a versão antiga do browser pelo Edge Chromium.

Embora os aplicativos da plataforma Office 365 e o Microsoft Teams deixem de receber novos recursos no IE 11, a Microsoft afirma que o browser ainda “vai continuar funcionando para aplicativos específicos voltados para o setor corporativo.

Usuários de outras versões do sistema da Microsoft, como o Windows 7 ou Windows 8/8.1, podem instalar o Edge Chromium pelo site oficial do navegador.

Fonte:OlharDigital

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Como remover a última atualização problemática do Windows 10

Nova atualização do Windows 10 está causando diferentes problemas para os usuários. Confira como removê-la do sistema!

Microsoft atualiza constantemente o Windows 10 para adicionar novos recursos ao sistema e também para corrigir possíveis falhas de segurança. Por sua vez, nesta semana, de acordo com relatos no próprio fórum da empresa, a última atualização do Windows começou a causar diversos problemas que vão desde a “tela azul da morte” até aplicativos que deixaram de funcionar corretamente.

Apesar de ainda não ter dado um pronunciamento oficial sobre os problemas vistos no sistema, a boa notícia é que existe uma forma fácil de remover esta atualização do Windows 10 sem realizar procedimentos que possam comprometer ainda mais o seu computador. A seguir, veja como remover a última atualização problemática do Windows 10.

Importante

Apesar do procedimento abaixo ser a forma oficial de remover atualizações do sistema e não oferecer grandes riscos, o Olhar Digital recomenda que você faça um backup de seus arquivos para evitar perder arquivos que sejam importantes ou novos problemas.

Esta atualização do sistema está disponível para as versões 2004 e 20H2 do Windows 10.

Como remover a última atualização problemática do Windows 10

O processo para remover a última atualização problemática do Windows 10 é bem simples e é realizado diretamente nas configurações dele. Confira:

1. Caso o seu computador não esteja carregando o Windows 10 corretamente, inicie o sistema no modo de segurança;

2. Aperte junto as teclas “Win + I” para abrir a tela de “Configurações” do Windows 10;

3. Na janela aberta, entre em “Atualização e Segurança”;

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4. Agora, clique em “Exibir histórico de atualização”;

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5. Na nova página, na parte superior, clique em “Desinstalar atualizações”;

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6. Então, na lista de atualizações, clique em “Atualização de Segurança para Microsoft Windows (KB4586781);

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7. Com o item selecionado, clique em “Desinstalar”;

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8. Após o procedimento ter sido finalizado, reinicie o seu computador. Neste momento, por conta de ter desinstalado uma atualização, o Windows 10 pode demorar um pouco mais para iniciar pela primeira vez.

A partir deste momento, a atualização do Windows 10 já não está mais instalada e, ao menos os maiores problemas causados por ela não devem mais ocorrer. Caso não queira que esta atualização seja instalada novamente por engano ao menos por enquanto, você pode seguir este tutorial do Olhar Digital que ensina como desabilitar as atualizações do Windows 10.

Pronto! Agora, você já sabe como remover a última atualização problemática do Windows 10 que pode estar causando problemas em seu computador.

Fonte:OlharDigital