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Windows 11 corrige problema de organização com múltiplos monitores

Usuários que instalaram a build vazada do Windows 11 relataram que a experiência de uso com dois ou mais monitores foi aprimorada. As correções feitas pela Microsoft impedem que as janelas e programas abertos sejam desorganizadas em telas secundárias, apontam os relatos.

Atualmente no Windows 10, quando o sistema entra em modo de suspensão para poupar energia, as janelas abertas tendem a ficar desorganizadas ou em locais diferentes quando o computador é despertado. Esse ponto específico teria sido corrigido pela companhia.

Na nova versão, um recurso permite que o Windows 11 “se lembre” dos locais onde as janelas já estavam abertas antes de entrar em modo de suspensão. O que pode parecer ser uma melhoria pequena, na verdade conserta algo que frustra usuários que utilizam múltiplas telas ao mesmo tempo.

Windows 11 ajustes

Nos novos controles de vídeo, há também uma outra mecânica. Quando o usuário desliga um monitor secundário, as janelas abertas nele são apenas minimizadas, e não realocadas no monitor primário. Essas duas funções devem ser opcionais, entretanto.

Versão ainda não oficial

O Windows 11 tem data de apresentação marcada para a próxima quinta-feira (24). Com a build vazada, os novos recursos vêm sendo explorados e revelados por usuários do sistema operacional.

No entanto, vale o aviso de que esta não é uma distribuição oficial da Microsoft. Entre outros, usuários mal-intencionados podem propagar versões com malware para download para enganar usuários mais apressados. A recomendação é esperar até que a própria Microsoft divulgue todos os detalhes da nova versão.

Fonte:TecMundo

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Microsoft corrige vulnerabilidade há 12 anos presente no Windows Defender

A Microsoft corrigiu uma vulnerabilidade do Windows Defender que estava presente no antivírus da Microsoft há 12 anos e acabou passando despercebida pela empresa e também por hackers durante todo este tempo. 

A falha, que foi chamada de CVE-2021-24092, foi descoberta em novembro de 2020 por uma equipe de pesquisadores da empresa de segurança digital SentinelOne. 

A vulnerabilidade foi observada em um driver que o aplicativo, que foi rebatizado para Microsoft Defender, utiliza para excluir arquivos invasivos e a infraestrutura que um malware pode criar no computador. 

Quando este driver exclui o arquivo malicioso, teoricamente, deveria substituí-lo por um novo e benigno para uma reserva de espaço em disco para a correção. Entretanto, os pesquisadores descobriram que o sistema não faz essa verificação corretamente, o que permite ao invasor a inserção de links de sistema que podem fazer o driver repor o arquivo errado ou até executar o código malicioso. 

Porta para invasores 

Tal vulnerabilidade poderia ser muito útil para potenciais invasores, uma vez que é um aplicativo que é instalado por padrão em máquinas com Windows, que é o sistema operacional mais utilizado em computadores pessoais e servidores. E, por se tratar de um antivírus, é um aplicativo altamente confiável dentro do sistema operacional. 

E, para completar, o driver vulnerável é assinado criptograficamente pela Microsoft para provar sua legitimidade. Ou seja, quem conseguisse explorar esta falha conseguiria excluir softwares ou dados cruciais, ou até mesmo direcionar o driver para executar seu próprio código para assumir o dispositivo. 

“Esse bug permite o aumento de privilégios”, disse Kasif Dekel, pesquisador de segurança sênior da SentinelOne. “O software executado com poucos privilégios pode se elevar a privilégios administrativos e comprometer a máquina”, completa.

Falha era de alto risco

A vulnerabilidade foi classificada pela Microsoft como sendo de alto risco, mas com algumas ressalvas importantes, sendo a principal delas o fato de que só um invasor que já tenha acesso, seja físico ou remoto, ao dispositivo de destino. 

Sendo assim, precisaria ser implantado junto com outras explorações na maioria dos cenários de ataque, mas isso não tornaria a entrada menos atraente para hackers. 

Tanto a SentinelOne quanto a Microsoft afirmam que não existem evidências de que a vulnerabilidade tenha sido descoberta, com a empresa de segurança escondendo potenciais cenários que possam ser explorados por potenciais invasores. 

Fonte:OlharDigital

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Microsoft marca data para encerrar suporte ao Office 365 e Teams no IE 11

Depois de milhares de sites pararem de funcionar no IE 11 no ano passado, chegou a vez da Microsoft anunciar a data limite em que serviços como o Office 365 e o Teams não serão mais suportados no browser lançado em 2013. A recomendação da empresa é migrar para a nova versão do Edge, baseada na plataforma Chromium do Google.

De acordo com a companhia, a partir do dia 17 de agosto de 2021, quem continuar utilizando o navegador, “pode esperar uma experiência ruim” ou até mesmo não conseguir se conectar à plataforma Office 365. Em postagem oficial em seu blog, a Microsoft confirmou na última sexta-feira (5) o fim do suporte dos serviços em navegadores antigos da empresa.

“Novos recursos do Microsoft 365 não estarão disponíveis ou podem parar de funcionar ao acessar o aplicativo pelo IE 11. Embora saibamos que essa mudança será difícil para alguns clientes, acreditamos que eles terão o máximo do Microsoft 365 ao utilizar o novo Microsoft Edge.

Por fim, a empresa diz que pretende “ajudar a tornar essa transição o mais suave possível”, e conclui dizendo que o novo Edge “oferece experiências melhores e mais inovadoras”.

Fim do suporte ao Microsoft Edge

O Edge — navegador nativo do Windows 10 lançado em 2015 — também vai parar de receber atualizações de segurança a partir do dia 9 de março de 2021. Em abril, a Microsoft vai liberar uma atualização obrigatória para o sistema que substitui a versão antiga do browser pelo Edge Chromium.

Embora os aplicativos da plataforma Office 365 e o Microsoft Teams deixem de receber novos recursos no IE 11, a Microsoft afirma que o browser ainda “vai continuar funcionando para aplicativos específicos voltados para o setor corporativo.

Usuários de outras versões do sistema da Microsoft, como o Windows 7 ou Windows 8/8.1, podem instalar o Edge Chromium pelo site oficial do navegador.

Fonte:OlharDigital

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Como remover a última atualização problemática do Windows 10

Nova atualização do Windows 10 está causando diferentes problemas para os usuários. Confira como removê-la do sistema!

Microsoft atualiza constantemente o Windows 10 para adicionar novos recursos ao sistema e também para corrigir possíveis falhas de segurança. Por sua vez, nesta semana, de acordo com relatos no próprio fórum da empresa, a última atualização do Windows começou a causar diversos problemas que vão desde a “tela azul da morte” até aplicativos que deixaram de funcionar corretamente.

Apesar de ainda não ter dado um pronunciamento oficial sobre os problemas vistos no sistema, a boa notícia é que existe uma forma fácil de remover esta atualização do Windows 10 sem realizar procedimentos que possam comprometer ainda mais o seu computador. A seguir, veja como remover a última atualização problemática do Windows 10.

Importante

Apesar do procedimento abaixo ser a forma oficial de remover atualizações do sistema e não oferecer grandes riscos, o Olhar Digital recomenda que você faça um backup de seus arquivos para evitar perder arquivos que sejam importantes ou novos problemas.

Esta atualização do sistema está disponível para as versões 2004 e 20H2 do Windows 10.

Como remover a última atualização problemática do Windows 10

O processo para remover a última atualização problemática do Windows 10 é bem simples e é realizado diretamente nas configurações dele. Confira:

1. Caso o seu computador não esteja carregando o Windows 10 corretamente, inicie o sistema no modo de segurança;

2. Aperte junto as teclas “Win + I” para abrir a tela de “Configurações” do Windows 10;

3. Na janela aberta, entre em “Atualização e Segurança”;

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4. Agora, clique em “Exibir histórico de atualização”;

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5. Na nova página, na parte superior, clique em “Desinstalar atualizações”;

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6. Então, na lista de atualizações, clique em “Atualização de Segurança para Microsoft Windows (KB4586781);

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7. Com o item selecionado, clique em “Desinstalar”;

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8. Após o procedimento ter sido finalizado, reinicie o seu computador. Neste momento, por conta de ter desinstalado uma atualização, o Windows 10 pode demorar um pouco mais para iniciar pela primeira vez.

A partir deste momento, a atualização do Windows 10 já não está mais instalada e, ao menos os maiores problemas causados por ela não devem mais ocorrer. Caso não queira que esta atualização seja instalada novamente por engano ao menos por enquanto, você pode seguir este tutorial do Olhar Digital que ensina como desabilitar as atualizações do Windows 10.

Pronto! Agora, você já sabe como remover a última atualização problemática do Windows 10 que pode estar causando problemas em seu computador.

Fonte:OlharDigital

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Brecha de segurança no Windows permite que hackers controlem PCs

Uma nova falha de segurança crítica foi encontrada em todas as versões ativadas do Windows, desde a 7 até a 10. A vulnerabilidade, relacionada a um problema de criptografia no kernel do sistema operacional, permite que terceiros invadam PCs e os controlem como quiserem, de acordo com a equipe de segurança do Project Zero, encabeçado pela Google – que havia dado um prazo de sete dias para publicar novos detalhes.

Segundo a Microsoft, o alerta deve ser observado com cautela, já que, afirma, não há evidências de que a questão tenha sido explorada, declarando, também, que quaisquer ameaças são limitadas. A empresa ainda complementa que a brecha, chamada de CVE-2020-17087, depende de outra para representar perigo, a CVE-2020-15999, já corrigida em patches anteriores.

Portanto, aqueles que mantêm seus SOs devidamente atualizados, aparentemente, não precisam se preocupar.

Expectativas e ações

A companhia fundada por Bill Gates não cumpriu o limite estabelecido pelo Project Zero, mas espera-se que o próximo pacote, programado para 10 de novembro, traga a solução. “Desenvolver uma atualização de segurança é um equilíbrio entre pontualidade e qualidade”, disse um representante à Forbes.

Ainda que qualquer risco imediato deva ser tratado com urgência, é preciso levar em conta as ressalvas indicadas pela Microsoft. De qualquer modo, a princípio, se tudo estiver em sua última versão, não é preciso entrar em pânico.

Fonte:TecMundo

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Microsoft instala Office através do Edge sem permissão do usuário

Microsoft está promovendo as versões gratuitas e online de alguns aplicativos da plataforma Office em computadores com o Windows 10 e o navegador Microsoft Edge em sua versão mais recente, que roda a partir do motor Chromium.

Usuários que não são assinantes de planos do Microsoft 365 ou não possuem os programas instalados notaram o surgimento de ícones do Word, Excel, PowerPoint, OneNote e Outlook no Menu Iniciar — sem qualquer aviso por parte da companhia ou pedido de permissão para a instalação.

O recurso foi adotado a partir do Microsoft Edge por ser um PWA (Progressive Web Apps), aplicativos online carregados diretamente ou com base em um browser, e exige qualquer conta da Microsoft para login. O recurso existe no navegador desde 2019, mas só agora parece operar com o pacote Office, Por enquanto, apenas usuários selecionados do programa Windows Insiders receberam a novidade, mas ela deve chegar para mais regiões e grupos em breve.

A medida foi recebida de forma controversa: há quem elogie a Microsoft por promover o próprio ecossistema, mas alguns usuários não curtiram o comportamento sorrateiro da empresa em relação aos próprios produtos, sendo que ela já foi criticada anteriormente por tentar forçar a instalação e padronização do Edge como navegador principal.

Fonte:OlharDigital

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Windows 10: atualização corrige bug que desfragmentava SSD a cada boot

Microsoft corrigiu um bug que afetou uma função bastante específica do Windows 10: uma ferramenta de otimização de drives que realizava a desfragmentação de unidades SSD com uma frequência não recomendada.

A correção foi enviada a partir da nova versão KB4571756 (também conhecida como build 19041.508) do sistema operacional, que começou a ser enviada para os usuários em 3 de setembro.

Em resumo, o sistema de otimização de armazenamento do Windows 10 não estava identificando a data da última operação de desfragmentação e, por isso, reiniciava a tarefa quase toda vez que o dispositivo era religado — o que pode ser uma ou até várias vezes ao dia dependendo dos seus hábitos de uso. 

Fazer essa operação com tanta frequência não é recomendado e pode prejudicar a vida útil do componente. Normalmente, o processo de otimização automática ocorre uma vez ao mês. 

Segundo o Windows Latest, o problema foi identificado pela primeira vez em janeiro de 2020 por usuários do Windows Insiders e já tinha passado por uma correção, que não se mostrou totalmente eficiente. Você pode conferir os detalhes da atualização no site de suporte da Microsoft.

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Microsoft Word receberá ferramenta de gravação e transcrição de áudio

Em breve, a Microsoft introduzirá uma ferramenta para gravação e transcrições de diálogos no Word. Exclusivo da versão web do editor de texto, o recurso oferece uma solução prática — e limitada — para redigir entrevistas, conversas e vídeos, e logo chegará ao Android iOS.

A ferramenta permitirá que o assinante do Microsoft 365 grave e suba arquivos de áudio para a nuvem e fazer a transcrição das falas sem qualquer custo adicional. O recurso é inédito no pacote de produtos Microsoft, mas alternativas de concorrentes se mostram superiores e mais refinadas que a presente no Word.

Em demonstração, a Microsoft exibiu o software transcrevendo um áudio que estava sendo reproduzido nos alto-falantes do notebook, detectando-os pelo microfone integrado da máquina. As falas são expostas numa coluna à direita da tela, sendo separadas em intervalos e atribuindo a identidade aos autores por meio de reconhecimento de voz.

A futura adição permitirá que os usuários gravem áudios ilimitados e enviem para o navegador, mas arquivos enviados à nuvem são limitados a cinco horas por mês e devem ser menores que 200 MB. Haverá suporte para arquivos em MP3, WAV, MP4 e M4A, garantindo “altíssima fidelidade”, considerando que a tecnologia Azure Cognitive Services reforçarão a ferramenta.

O destaque? Praticidade

Alternativas como as ferramentas de transcrição da Google para Android, o app Otter.ai e o Google Docs oferecem soluções mais elaboradas e otimizadas. Na maioria dos exemplos, as ferramentas oferecem suporte para maior variedade de arquivos de áudio e vídeo, e estão presente em mais plataformas.

Para a Microsoft, onde sua ferramenta de transcrição se destaca é na praticidade. A Microsoft quer “reduzir o tempo gasto para criar o melhor trabalho possível e focar no que realmente importa”, segundo o gerente do projeto Dan Parish.

Ainda não há data definida para o lançamento do recurso; mas deve ser disponibilizado em breve na versão web. Apps do Android e iOS receberão a atualização no final deste ano e não há previsão para chegada no Word para desktop ou Mac.

Fonte:TecMundo

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Microsoft corrige 120 brechas de segurança no Windows 10 em update

Microsoft corrigiu 120 bugs em uma atualização para o Windows 10 liberada na última terça-feira (11). Dentre as correções, duas eram vulnerabilidades conhecidas como zero-day, sendo falhas existentes desde o lançamento do sistema operacional.

Publicadas em lista oficial, as correções foram aplicadas em 13 softwares, como Windows, Microsoft EdgeMicrosoft Office e Internet Explorer. A atualização não adiciona novidades ao sistema, restringindo-se a ajustar as falhas conhecidas.

Das 120 vulnerabilidades solucionadas, 17 foram categorizadas como graves no ranqueamento da Microsoft, o Common Vulnerability Scoring System (CVSS).

Uma das ocorrências zero-day dentro do Windows poderia ser usada para “ultrapassar recursos de segurança e carregar arquivos com assinaturas indevidas”. Sendo assim, a correção soluciona o erro na leitura de assinaturas de softwares para evitar que esses arquivos sejam carregados e ponham o computador em risco.

A segunda brecha do tipo foi encontrada por profissionais de segurança da Kaspersky e retrabalhou o scripting engine do antigo navegador. Caracterizada como crítica, a vulnerabilidade “podia corromper a memória de forma que o atacante pudesse executar códigos maliciosos na máquina do usuário”, segundo a denúncia. Esse erro poderia ser especialmente perigoso se o hacker procurasse o acesso pelos privilégios de administrador, pois, assim que garantido, poderia instalar softwares, criar, apagar e editar documentos ou criar usuários com poderes mais amplos na máquina.

Devido à seriedade dos problemas solucionados, a empresa solicita que todos os usuários instalem a atualização o mais rápido possível. Mais informações sobre as 120 correções podem ser encontradas no site oficial da Microsoft.

Fonte:TecMundo

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Windows 10 pede para usuários não instalarem o CCleaner

Windows Defender, antivírus nativo do Windows 10, está apontando o CCleaner como “software potencialmente indesejado”. O app de limpeza e manutenção do computador é uma ferramenta extremamente popular, mas foi caracterizada como indesejada pela proteção do sistema da Microsoft.

Esse bloqueio não é alarmante: o Microsoft Defender — como foi renomeado após a atualização 2004 — notifica os usuários sobre a presença de programas indesejados mesmo se não encontrar indícios de atividade maliciosa. Entretanto, o aviso informa que o programa pode ser resultado de alguma instalação indesejada.

Segundo a Microsoft, “alguns instaladores gratuitos e distribuições promocionais podem vir acompanhadas com outros apps, incluindo aplicativos que não são exigidos pelo CCleaner ou produzidos pela Piriform”. Portanto, o CCleaner foi configurado como um desses elementos indesejados.

“Apesar das aplicações extras serem legítimas, […], especialmente produtos de outros provedores, eles podem ocasionar em experiências negativas para o usuário.”, completou em comunicado ao site Bleeping Computer.

Instaladores automáticos são o problema

No mesmo diálogo, a Microsoft descreveu que o problema está na facilidade que esses programas são instalados em conjunto com o software esperado. Softwares como o Google Chrome, Google Toobar, Avast Free (e outros apps que adotam o método), passam facilmente pelo processo de instalação.

Para a Microsoft, “alguns usuários podem facilmente instalar o pacote de apps sem notar”. Portanto, mesmo se há a opção de negar o download em pacote, ela não é bem exibida no instalador.

Posteriormente, um porta-voz do CCleaner afirmou que “já estão em contato com a Microsoft para entender o porquê do CCleaner se tornar um ‘software potencialmente indesejado’”. No mesmo comunicado, o porta-voz afirmou que a Microsoft atualizou o Microsoft Defender.

Sendo assim, se você já estiver com a versão mais recente do antivírus e for usuário do CCleaner, a notificação do Microsoft Defender não deve aparecer. Caso contrário, esteja ciente que o app de otimização não representa risco para o computador.

Fonte:TecMundo