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Como proteger seu WhatsApp adicionando um email na conta

A confirmação em duas etapas do WhatsApp, embora seja um recurso opcional, é recomendado por especialistas e até pela própria empresa. De modo geral, trata-se de um mecanismo de segurança que impede o acesso não autorizado às contas, mesmo quando a senha é comprometida.

Verificação em duas etapas

Uma vez que o recurso for ativado, o aplicativo realizará verificações a cada 72 horas para garantir a segurança da conta, solicitando que o usuário digite o código PIN estabelecido por ele. Se alguém estiver tentando invadir sua conta, esse código também será solicitado com o intuito de dificultar o processo. Por isso é de extrema importância que você nunca forneça esse código para ninguém.

Além disso, caso haja algum problema, a recuperação da conta é facilitada pelo recurso, uma vez que há um e-mail vinculado. A seguir, confira detalhadamente como ativar o recurso e adicionar um e-mail à sua conta.

Como adicionar o e-mail ao WhatsApp
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Passo 1: Abra o WhatsApp e, na aba “Configurações”, selecione a opção “Conta”. Em seguida, clique sobre o botão “Confirmação em duas etapas”. Para adicionar um e-mail à sua conta, será necessário ativar o recurso. Para tanto, clique em “Ativar”;

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Passo 2: Essa ação abrirá uma janela para a criação de um PIN de 6 dígitos, que será solicitado periodicamente e quando você registrar o número de telefone no WhatsApp novamente. Informe um código e confirme-o;

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Passo 3: Agora, será solicitado um e-mail válido. De modo geral, isso serve para proteger a sua conta e para redefinir o seu PIN caso você o esqueça. Informe um endereço de e-mail e confirme-o.

Como alterar o PIN da sua conta?

Uma vez que a Confirmação em Duas Etapas estiver habilitada, você pode alterar o PIN seguindo o mesmo caminho. Confira abaixo:

Passo 1: Acesse Configurações > Conta > Confirmação em duas etapas. Feito isso, clique em “Mudar PIN”.

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Passo 2: Insira o novo código de 6 dígitos e, na aba seguinte, informe-o mais uma vez para confirmar a ação.

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E pronto! Através desses passos simples e rápidos, você consegue alterar sua senha.

Como alterar o e-mail?

Ainda é possível alterar o e-mail vinculado à conta do WhatsApp. Felizmente, o processo de alteração é tão intuitivo quanto o anterior.

Passo 1: Acesse Configurações > Conta > Confirmação em duas etapas. Feito isso, clique em “Mudar endereço de e-mail”;

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Passo 2: Insira o novo e-mail e, na aba seguinte, informe-o mais uma vez para confirmar a ação.

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Lembre-se de sempre inserir um e-mail válido. Afinal, ele será utilizado se você esquecer o seu PIN ou enfrentar algum problema de segurança na conta.

Como desativar o recurso?

Apesar deste recurso criar uma “camada extra” de segurança à sua conta do WhatsApp, é possível que você queira desativá-lo por algum motivo. Para tanto, siga o passo a passo a seguir:

Passo 1: Novamente, acesse Configurações > Conta > Confirmação em duas etapas. Mas, dessa vez, clique na opção “Desativar” exibida em vermelho;

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Passo 2: Uma pequena janela será exibida no canto inferior da tela. Para confirmar a ação, selecione a opção “Desativar” mais uma vez.

É válido lembrar que, se você tiver a sua conta bloqueada por algum motivo, é possível resolver esse problema acionando o WhatsApp. Nesse caso, acesse as “Configurações”, clique em “Ajuda” e, por fim, na opção “Fale Conosco”. Nesta aba, descreva o problema e insira capturas de tela que ilustrem o que foi descrito. Uma vez finalizada essa etapa, toque em “Avançar” para enviar sua solicitação.

Fonte:TecMundo

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Golpe no WhatsApp usa falsa pesquisa do SUS para clonar conta

Um grupo de golpistas que se fingem de funcionários do Sistema Único de Saúde (SUS) está aplicando um método já bastante conhecido para clonar perfis de WhatsApp, aproveitando-se da temática da pandemia e da confiança do público na instituição.

Segundo o Canaltech, a técnica já é bastante conhecida e utilizada em outros contextos, e começou a ser aplicada principalmente no ano passado. O golpista envia uma mensagem avisando que é do SUS e que está realizando uma pesquisa sobre a covid-19, a respeito de sintomas e cuidados com higienização.

Ao final da conversa, ele pede o envio de um código numérico enviado via SMS para finalizar o processo. Esta sequência, na verdade, são os números de verificação de ativação da conta em outro telefone — e, por padrão, é tudo o que separa o golpista da clonagem.

Quando os criminosos clonam uma conta, elas podem usar a lista de contatos original da pessoa para aplicar os mais variados golpes, incluindo pedir empréstimos bancários se passando pela vítima.

O que fazer?

Além de desconfiar de mensagens enviadas sem contexto ou de instituições que não usem contas comerciais no WhatsApp, o principal método de prevenção contra a clonagem do perfil é a ativação da autenticação de dois fatores.

Isso gera um segundo código numérico, um PIN que apenas você configura e, assim como qualquer outra senha, não deve passar para mais ninguém. Se esse recurso estiver habilitado, o golpista não consegue concluir a fraude.

Em um especial no canal do YouTube, o TecMundo já explicou por que o WhatsApp é um alvo tão fácil de golpes desse tipo.

Fonte:TecMundo

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WhatsApp explica o que acontece se você não aceitar novos termos

Depois de adiar a implementação de novos termos de privacidade, o mensageiro WhatsApp voltou a tocar no assunto. A companhia já anunciou o novo prazo para aceite da política, que entra em vigor em 15 de maio de 2021, e agora detalhou o que acontece com quem se recusar a acatar as regras.

Basicamente, a conta permanecerá ativa, mas o usuário depois de algumas semanas será proibido de enviar ou receber mensagens de texto — ou seja, o principal recurso do app de bate-papo.

“O WhatsApp não apagará sua conta, mesmo se você não aceitar a atualização dos Termos de Serviço até essa data. Entretanto, você não poderá usar alguns recursos do WhatsApp até aceitar essa atualização. Por um curto período, você ainda poderá receber chamadas e notificações, mas não poderá ler nem enviar mensagens pelo app”, diz a atualização na seção de perguntas e respostas do site oficial do mensageiro.

Relembre a polêmica

A limitação das funcionalidades está relacionada aos Termos de Serviço e Política de Privacidade do WhatsApp, que foram revisados e atualizados com novidades em relação à coleta de dados durante a interação com contas comerciais.

A polêmica gerada sobre o assunto foi grade a ponto de o mensageiro adiar a implementação da função, que já deveria começar em fevereiro de 2021.

Os usuários podem aceitar os temos de privacidade depois de 15 de maio de 2021, mas a partir desta data as consequências a quem não tiver concordado antes já podem ter entrado em vigor.

Fonte:TecMundo

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Após rejeição pública, WhatsApp retoma mudanças de privacidade com nova mensagem

Depois de todas as críticas recebidas pelo WhatsApp pela sua polêmica mudança nas políticas de privacidade, o aplicativo tentou ajustar sua mensagem para evitar assustar os usuários novamente. A partir desta quinta-feira (18), o app começará novamente a implementar as mudanças, com um novo formato de comunicação com o público.

O foco da mensagem sobre privacidade do WhatsApp agora é deixar claro o que é criptografado na plataforma. A empresa garante que as conversas entre usuários comuns continuarão a receber criptografia de ponta a ponta como sempre aconteceu. As mudanças acontecerão nas conversas com contas comerciais, quando o app é utilizado para, por exemplo, entrar em contato com o atendimento ao consumidor de uma loja virtual.

Essas mensagens trocadas entre cliente e empresas não são protegidas pela mesma criptografia de ponta a ponta das conversas pessoais. Elas, sim, poderão ser analisadas pelos sistemas do Facebook atrás de informações relevantes para anúncios e armazenadas no servidor da companhia. As mensagens pessoais trocadas no serviço são guardadas exclusivamente nos celulares dos usuários, sem cópias guardadas por nenhum intermediário.

As novas políticas de privacidade do WhatsApp devem entrar em vigor em 15 de maio, pouco mais de três meses após a data original de 8 de fevereiro, cancelada após reação negativa do público.

O WhatsApp também aproveitou o momento para criticar, principalmente, o Telegram, que se aproveitou do êxodo causado pela revolta com as novas políticas para se promover e alavancar sua base de usuários. A crítica gira em torno do fato de que o Telegram se apresenta como alternativa segura e privativa, mas que não oferece criptografia de ponta a ponta por padrão entre as conversas.

“Durante esse tempo, também entendemos que algumas pessoas podem querer testar os serviços oferecidos por outros aplicativos de mensagens e sabemos que alguns dos nossos concorrentes afirmam que não podem ler as conversas de seus usuários. É importante lembrar que se um aplicativo não oferece criptografia de ponta a ponta por padrão, isso significa que ele pode ter acesso ao conteúdo das suas mensagens. Outros concorrentes afirmam que são melhores porque têm acesso a ainda menos dados do que o WhatsApp. Nós acreditamos que as pessoas estão buscando um aplicativo que seja seguro e confiável, mesmo que para isso seja necessário que o WhatsApp tenha acesso a dados limitados. Antes de tomar uma decisão, levamos em consideração vários aspectos e continuaremos desenvolvendo novas maneiras para manter nosso compromisso de usar cada vez menos dados e não mais”, diz o comunicado.

Fonte:OlharDigital

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Signal e WhatsApp: quais as diferenças entre os dois apps

Com a recente alteração nos termos de uso e privacidade do WhatsApp, o número de usuários buscando por mensageiros alternativos aumentou. Dentre todas as opções, dois se destacam: Signal e Telegram. Mas o que possuem de especial para terem roubado a atenção dos usuários do maior mensageiro do mundo?

Para se tornar um dos aplicativos de mensagens mais proeminentes das lojas oficiais do Google e Apple em dezenas de países nos últimos dias, o Signal passou, praticamente, três anos no ‘escuro’. Voltado à privacidade do usuário, o app nasceu em 2017 graças à dupla Brian Acton e Moxie Marlinspike. O primeiro já era uma figura muito conhecida no meio da tecnologia: antes do Signal, Acton foi cofundador do famoso WhatsApp. PUBLICIDADE

Ainda novo, com apenas um ano, o mensageiro já começava a despertar a atenção de inúmeras personalidades, como o ex-NSAEdward Snowden, Jack Dorsey, CEO do Twitter, Laura Poitras, jornalista e cineasta, e Elon Musk, CEO da Tesla. 

Por outro lado, o WhatsApp, fundado pelo mesmo Brian Acton e Jan Koum, colegas que passaram quase 20 anos no Yahoo!, ganhou o mundo em 12 anos de existência. Presente em 180 países e com mais de 2 bilhões de usuários, ele se tornou o aplicativo de bate-papo mais utilizado no Brasil. 

Apesar de terem o cofundador em comum, eles guardam recursos distintos. O Olhar Digital fez um rápido comparativo entre os dois mensageiros e traçou as principais diferenças entre eles. Confira. 

O WhatsApp oferece muitos recursos em um aplicativo de mensagens. Wallpapers, grupos com suporte até 256 pessoas, exportação de chats para outros aplicativos (de maneira individual), personalização de toques para conversas e mensagens temporárias, essas com duração de 7 dias. PUBLICIDADE

Além disso, há também outros recursos extras, como o Status, uma espécie de ‘stories’, muito popular para quem gosta de compartilhar imagens ou recados com duração de 24 horas. 

No que diz respeito ao armazenamento e backup de conversas e conteúdo, o app permite que o usuário utilize serviços de nuvem como iCloud e Google Drive.

WhatsApp
WhatsApp. Imagem: BigTunaOnline/Shutterstock

Em relação ao compartilhamento, o WhatsApp limita o tamanho de fotos, vídeos e áudios até 16 MB. Já para documentos, é permitido o envio de até 100 MB. 

Além disso, o mensageiro permite o compartilhamento de localização em tempo real com contatos, dentro de uma conversa ou um grupo.

Signal: privacidade importa

Com proposta distinta, o Signal é um aplicativo mais básico em relação à interface gráfica, apesar do visual despojado, o mensageiro não fica devendo ao que se propõe entregar ao usuário: privacidade e segurança online. 

Signal está disponível para aparelhos iOS, além da versão desktop. Créditos: Signal/Divulgação

Em relação às funcionalidades padrões de mensageiros, todas são encontradas facilmente por aqui: acesso a chats, chamadas de voz e vídeo. Entretanto, com um diferencial bastante importante: tudo com criptografia de ponta a ponta. Além disso, o aplicativo não armazena o conteúdo das conversas nos servidores da empresa e não possui rastreadores. 

Sem rastreadores, Signal garante privacidade aos usuários do app. Créditos: Signal/Divulgação

Quanto aos recursos distintos ao WhatsApp, o Signal traz mensagens que se apagam automaticamente por meio de um temporizador regulado pelo próprio usuário. Há também uma função no chat voltada especialmente para compartilhamento de imagens: ao escolher “ver apenas uma vez”, o destinatário terá apenas uma chance de visualização. Após fechá-la, o conteúdo é deletado para ambos os participantes do chat. 

Além disso, o app conta com o “Notas para mim”, um recurso no qual é possível fazer anotações com rapidez no próprio aplicativo (quem nunca abriu um chat no WhatsApp para anotar alguma informação, hein?). Para usá-lo, basta tocar no ícone de lápis no canto esquerdo da tela e encontrar ‘Nota para mim’ na própria lista de contatos. 

Outro ponto interessante é retransmissão de chamadas de voz para os servidores do aplicativo, para que a identidade do usuário permaneça oculta para contatos e não contatos. A ferramenta é similar a uma rede VPN

O app ainda conta com uma função integrada para ocultar o endereço IP, e uma ferramenta para borrar rostos em fotos antes de enviá-las em uma conversa, protegendo a identidade de terceiros que aparecerem por acaso nas imagens.

Signal está disponível para aparelhos Android, além da versão desktop. Créditos: Signal/Divulgação

As reações a mensagens em um chat foi outro recurso não encontrado no WhatsApp: o usuário tem à disposição todos os emojis para reagir a qualquer mensagem, tanto em recebidas quanto em enviadas.

fonte: olhardigital

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WhatsApp vai obrigar usuário a compartilhar dados com o Facebook

A partir de fevereiro, o WhatsApp exigirá que os usuários permitam o compartilhamento de dados com o Facebook, para continuar no mensageiro. A mudança nos termos do serviço e da política de privacidade está em uma notificação que começou a ser enviada pelo app nesta quarta-feira (6).

O aviso alerta que o compartilhamento do número do telefone de quem usa a plataforma de mensagens, o endereço de IP e as interações com pessoas e empresas, entre outras informações, se tornará obrigatório no próximo dia 8 de fevereiro.

O objetivo é promover uma maior integração do WhatsApp com os demais serviços pertencentes à companhia liderada por Mark Zuckerberg, como o próprio Facebook e o Instagram, processo que já havia sido anunciado. As informações podem ser usadas, por exemplo, para exibir anúncios personalizados.

Mensagem recebida whatsapp

Fonte:  XDA/Reprodução 

As possibilidades incluem ainda a personalização de recursos, sugestões de amigos, conexões de grupo e conteúdos, melhorando a experiência do usuário. Há também a promessa de facilitar o pagamento de compras pelo WhatsApp, com o Facebook Pay.

Mudança de postura

Os novos termos de uso do app de mensagens promovem uma grande reviravolta em relação ao que foi dito quando o Facebook comprou o WhatsApp, em 2014. Na época, a rede social garantiu a total privacidade dos dados, confirmando a opção por não compartilhá-los com outros serviços.

Como lembra o 9to5Mac, uma mensagem no blog oficial do mensageiro, postada logo após a negociação, dizia: “O respeito pela sua privacidade está codificado em nosso DNA e construímos o WhatsApp em torno do objetivo de saber o menos possível sobre você”.

Porém, as mudanças começaram em 2016, quando os dados passaram a ser compartilhados por padrão entre as duas plataformas. Mas diferente da próxima atualização, os usuários tinham a possibilidade de optar por não enviar as informações da conta para a rede social, fazendo a solicitação nas configurações do app.

fonte: tecmundo

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Como usar o ‘botão de compras’ do WhatsApp

Nova função do WhatsApp ajuda você a negociar e falar sobre um produto com a loja desejada. Confira como usá-la!

WhatsApp Business é um aplicativo que ficou muito popular para quem tem um comércio devido a ter recursos bem úteis para os empresários entrarem em contato com seus clientes de uma forma fácil. Já uma função interessante no mensageiro é a de “catálogo de produtos“, que agora ganhou mais um tipo de aliado.

Nesta semana, o WhatsApp ganhou um “botão de compras“, que faz com que clientes saibam que estão falando com uma empresa e tenham acesso aos seus produtos de forma mais fácil. A seguir, veja como usar o botão de compras do WhatsApp.

Importante

Diferente de muitos outros recursos recém lançados pelo WhatsApp, não é necessário usar a versão Beta do aplicativo para ter acesso ao botão de compras.

Como usar o botão de compras do WhatsApp

O processo para usar o “botão de compras” no WhatsApp é bem simples, sendo que as “lojas” só precisam ter um “catálogo de produtos” para que ele funcione corretamente com seus clientes. Veja:

1. Acesse a Google Play ou a App Store e atualize o WhatsApp para a última versão disponível;

2. Caso tenha algum processo aberto do WhatsApp no celular, feche-o;

3. Abra o WhatsApp normalmente e entre na tela de conversa com a empresa desejada;

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4. Ao lado de seu nome, clique no ícone representado por uma “loja” e escolha um produto de seu catálogo;

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5. Então, toque em “Conversar com a empresa” e, de volta a tela de conversa, você vberá que o produto selecionado já estará sendo “mencionado”.

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Além de poder usar o botão de compras do WhatsApp pelo celular, esta mesma função também está disponível no WhatsApp Web. Então, assim como foi feito no aplicativo, basta clicar no botão da “loja” e escolher um produto de seu catálogo para começar a falar e negociar.

Reprodução

Pronto! Agora, você já sabe como usar o botão de compra do WhatsApp, que deve facilitar a vida de muita gente na hora de negociar e comprar o produto ou usar o serviço de uma loja.

fonte: olhar digital

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Golpe do WhatsApp muda de clonagem para ‘falsificação’ de contas

Criminosos brasileiros mudaram a técnica para realizar o famoso golpe do WhatsApp. Desde maio de 2019, a Kaspersky alertou sobre este risco, que já usou anúncios online e convites para festas VIP, mas agora a tática é mais simples: a criação de perfis falsos. Usando dados pessoais vazados, esses grupos só precisam da foto do perfil de um usuário do aplicativo para iniciar a extorsão das vítimas.

A grande diferença desta nova modalidade de golpe é que quem tem o perfil “falsificado” não fica sabendo que os criminosos estão usando sua identidade para aplicar a extorsão. Isso ocorre porque os bandidos já tiveram acesso a dados pessoais das vítimas. Esta é a principal mudança no esquema do golpe.

Para manter a operação, os criminosos compravam banco de dados com muitas informações pessoais, como endereços, telefone, local onde trabalha, preferência de lazer e afiliação e indicações de pessoas próximas. Os criminosos que comercializam essas informações foram nomeados como Data Brokers, termo que acabou nomeando a operação da Polícia Civil de Goiás realizada em 9 de setembro.

Data Brokers

Os Data Brokers não operam o golpe, mas são parte crítica da operação. Eles são responsáveis por obter os dados pessoais para os bancos de dados e organizam os ataques contra empresas que detém registros de internautas.

“Aqui, todos os tipos de empresa podem ser vítimas. Logicamente que lojas online são alvos óbvios, mas qualquer empresa conta com banco de dados de funcionários e de clientes que podem ser usados para abastecer este esquema”, afirma Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky.

Depois de comprarem as informações pessoais dos Data Brokers, os criminosos ainda procuram nas redes sociais pelos nomes e fotos das pessoas para serem usadas nas contas que aplicarão a extorsão. “Por isso podemos dizer que as contas são falsificadas e é por isso que a pessoa não fica sabendo que sua identidade está sendo usada em um golpe”, destaca Assolini.

Como acontece o novo golpe

O analista explica que, para iniciar o golpe, a primeira mensagem que os criminosos enviam a familiares e amigos é “troquei meu celular”. Após uma rápida troca de mensagem para ludibriar a vítima, o criminoso fará a famosa solicitação de empréstimo de dinheiro para pagar uma conta ou realizar uma compra e o novo celular é a desculpa perfeita para a falha na transferência. De acordo com os dados divulgados no dia em que a operação Data Broker foi deflagrada, os prejuízos com as extorsões somavam R$ 500 mil.

Este mesmo esquema também foi usado pelo grupo de criminosos preso na operação Peregrino III, realizado em 14 de outubro pelas Polícias Civis de Goiás e São Paulo.

Para evitar este golpe é importante manter a dupla autenticação ativa. A mudança da tática usada pelos criminosos mostra que está mais difícil efetuar o roubo da conta. Porém se a situação facilitar, eles voltarão a focar nesta tática.

Para ativá-la, siga os passos a seguir:

  • Vá ao menu “configurações” no canto superior direito;
  • Entre na opção “Configurações”;
  • Em seguida clique em “Conta”;
  • Selecione “Confirmação em duas etapas;
  • Crie um código de seis dígitos que será sua dupla autenticação.

fonte: tecmundo

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Como usar o ‘LimpaZap’ para apagar arquivos de conversas do WhatsApp

WhatsApp acaba sendo um dos métodos mais práticos para você entrar em contato com seus amigos e empresas pelo celular. Já ao manter conversas com diferentes contatos, com o passar do tempo, não é incomum que você acabe com diversos arquivos armazenados no celular, que o deixam com pouco espaço livre.
Apesar de ter um recurso para fazer a limpeza destes arquivos, nem sempre o WhatsApp acaba ajudando muito nesta tarefa, que pode ser facilitada com a ajuda de um aplicativo da Google Play. A seguir, veja como usar o LimpaZap para apagar arquivos de conversas do WhatsApp.

Importante

O aplicativo LimpaZap não é uma ferramenta oficial do WhatsApp, mas não oferece riscos de banimentos devido a não mudar o funcionamento do aplicativo de mensagens. Ele apenas analisa os arquivos que estão salvos em seu celular para facilitar a sua limpeza e não adiciona nenhum menu ou outra função diretamente no WhatsApp. Além disso, o LimpaZap só possui versão para Android, ou seja, não é possível usá-lo no iOS (sistema do iPhone).

Como usar o LimpaZap para apagar arquivos de conversas do WhatsApp

O processo para usar o LimpaZap é bem simples, mas você precisa conceder algumas permissões necessárias para ele ler seus arquivos. Confira:

1. Acesse a Google Play e realize o download do LimpaZap através deste link;

2. Abra o aplicativo normalmente e conceda a permissão para que ele acesse seus arquivos. Ela é necessária para que o programa funcione;

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3. Neste momento, o LimpaZap também pede o acesso aos seus contatos. Entretanto, ele não oferece nenhum filtro para fazer uma limpeza deste tipo e, ao negarmos esta permissão em nossos testes, o funcionamento do programa não foi afetado;

4. Escolha um tipo de arquivo e, ao pressionar e segurar um item, selecione o que deseja apagar;

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5. Com os itens já marcados, toque em “Apagar selecionados” e em “Apagar” para efetuar a limpeza.

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Pronto! Agora, você já sabe como usar o “LimpaZap” para realizar uma verdadeira limpeza nos seus arquivos enviados e recebidos pelo WhatsApp.

fonte: olhar digital